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Farmácia de SP começa a usar robô para entregar remédio aos clientes

Em São Paulo, uma farmácia está usando robô para entregar remédio ao cliente. Foto: Reprodução / Eduardo Knapp / Folhapress.
Em São Paulo, uma farmácia está usando robô para entregar remédio ao cliente. Foto: Reprodução / Eduardo Knapp / Folhapress.
  • Farmácia na Vila Mariana, na zona sul de São Paulo, é a primeira no estado a ter o robô;

  • A tecnologia, desenvolvida para farmácias de rua e hospitais, é vendida em mais de 53 países;

  • Dispositivo leva até 30 segundos para entregar o medicamento no balcão da farmácia.

Robôs que trabalham como funcionários de farmácias já são uma realidade no Brasil em estados como Manaus e Rio de Janeiro. Contudo, agora também é a vez de São Paulo contratar seu novo "empregado".

Um dispositivo mecânico que seleciona medicamentos e os entrega aos clientes no balcão em até 30 segundos começou a operar na última quarta-feira (4) na drogaria Soares, no distrito de Vila Mariana, na zona sul do município de São Paulo.

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De acordo com a BD Rowa, empresa fabricante e distribuidora do mecanismo, o estabelecimento se tornou o primeiro do estado a adotar a tecnologia.

Desenvolvido para farmácias de rua e hospitais, o robô, que já é vendido em mais de 53 países, é integrado ao sistema da unidade.

Desse modo, quando o medicamento chega do fornecedor, um funcionário faz a leitura do código de barras da caixa do produto recebido com um sensor do dispositivo; este então a envia para dentro da loja e a coloca nas prateleiras, através de uma esteira.

"Ele sabe exatamente qual medicamento está ali, o tamanho da caixa, o prazo de validade e o lote. O robô faz um gerenciamento do estoque. Ele sabe o número e o tipo de medicamentos disponíveis na farmácia e o prazo de validade de cada um. O robô sempre dispensará aquele produto com tempo de validade mais curto", diz a líder da subsidiária brasileira da companhia MMS (Medication Management Solution), Flávia Contin.

Com relação a pacientes, o funcionamento do mecanismo é simples e rápido. O farmacêutico, ou balconista, pega a receita e a digita no sistema. Depois, o dispositivo faz a leitura da prescrição, pega o medicamento e o envia ao funcionário. Todo o processo dura menos de 30 segundos.

*Com informações do jornal Folha de S. Paulo.

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