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Faraó dos bitcoins tem candidatura barrada pelo TRE

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A candidatura do Faraó dos Bitcoins ao cargo de Deputado Federal foi barrada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro na última segunda-feira (12), prazo final para que a situação dos candidatos fossem julgadas.

Glaidson Acácio dos Santos foi preso em 2021, após sua empresa GAS Consultoria repercutir no Fantástico como um grande golpe com criptomoedas no Brasil. Havia promessas de rendimentos fixas de 10% ao mês feitas pela empresa aos clientes.

Desde então, a Polícia Federal investigou o caso e deflagrou a Operação Kryptos, prendendo tanto Glaidson quanto outros líderes do esquema.

Após a prisão do faraó, muitos clientes da GAS pediram sua liberdade com a esperança de que o dinheiro dos investidores fossem devolvidos, mas ele segue preso e acusado de vários crimes, dentre eles o de chefiar um grupo de extermínio no Rio de Janeiro.

Faraó dos bitcoins tem candidatura negada pelo TRE-RJ

O sonho da eleição a Deputado Federal acabou para o “faraó dos bitcoins”, que hvia declarado R$ 60 milhões de patrimônio para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Sua candidatura foi aprovada pelo partido Democracia Cristã (DC) no Estado do Rio de Janeiro, mas dependia de avaliação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).

Como o dia 12 de setembro era a data final para que candidaturas fossem julgadas, o TRE votou o caso de Glaidson. Ao todo, foram 7 votos dos juízes contra a aprovação de sua candidatura a uma vaga como Deputado Federal, ou seja, foi unânime a rejeição.

Vale lembrar que o Ministério Público do Rio de Janeiro já havia pedido a rejeição de Glaidson, investigado por vários crimes no estado.

TRE diz que Glaidson Acácio dos Santos é um empresário que atuava à margem da lei e estava ciente que não poderia ser candidato

Após mais de um ano da prisão de Glaidson Acácio e a fuga de sua esposa do Brasil, várias situações nebulosas já foram reveladas pelas autoridades sobre o empresário.

Uma delas é sobre sua associação com um ex-piloto do narcotraficante Pablo Escobar, que seria o responsável por levar sua empresa aos Estados Unidos.

Além disso, um assassinato e uma tentativa de assassinato, ambas ocorridas em 2021, tem Glaidson investigado como suposto mandante.

Ao julgar sua candidatura, o TRE-RJ disse que o “faraó dos bitcoins” era um empresário que atuava a margem da lei, ao atuar como empresa de crédito sem autorização das autoridades brasileiras, segundo informações do MPF.

A procuradora regional Eleitoral Neide Cardoso de Oliveira lembrou que Glaidson já sabia que não poderia ser candidato, mas insistiu mesmo assim.

“Mesmo ciente de sua inabilitação para o exercício de qualquer função pública, o Impugnado requereu, após sua escolha em convenção partidária, o registro de candidatura, para o cargo de Deputado Federal, do Estado do Rio de Janeiro, pelo Partido Democracia Cristã (DC).”

Ainda preso na capital Rio de Janeiro, Glaidson é suspeito de comandar um esquema que movimentou bilhões de reais de investidores de todo Brasil, respondendo a inúmeros processos na justiça hoje.

Fonte: Livecoins