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Famílias vão enfrentar maior período de endividamento, diz BC

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Conforme divulgado hoje pelo IBGE, o consumo das famílias começa a recuar, apresentando variação negativa.
Conforme divulgado hoje pelo IBGE, o consumo das famílias começa a recuar, apresentando variação negativa.

Um estudo do Banco Central divulgado hoje afirma que o comprometimento expressivo da renda das famílias com empréstimos em períodos de crescimento econômico tende a ser seguido por crises mais fortes. Conforme divulgado hoje pelo IBGE, o consumo das famílias começa a recuar, apresentando variação negativa. 

Quem contraiu dívidas em momentos de maior oferta de crédito, reduziu mais o consumo nos anos seguintes para pagar as parcelas. O resultado, conforme avaliação, vem dos ciclos alternados de crescimento e recessão no país. As informações são da Folha de S. Paulo. 

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O BC comparou o padrão de consumo durante a expansão do crédito entre 2011 e 2014 com o movimento na recessão de 2015 e 2016."A primeira conclusão do estudo é que há uma correlação clara e negativa entre o aumento do endividamento entre 2011 e 2014 e a variação de consumo, medido pelas compras em cartão de crédito da mesma pessoa, nos anos de recessão, 2015 e 2016", mostra o documento.

Segundo dados do BC, o endividamento das famílias alcançou 57,1% em fevereiro, mesmo percentual registrado em janeiro. Na comparação com fevereiro do ano passado, o nível de endividamento aumentou 8,6 pontos percentuais.

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