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Familiares de músico morto no Arpoador criticam MP por 'perder o prazo' para denunciar suspeito, que acabou sendo solto

·1 minuto de leitura

Familiares do publicitário, empresário e músico Sérgio José Coutinho Stamile, de 41 anos, morto no mês passado no Parque Garota de Ipanema, na Zona Sul do Rio, criticaram a recente soltura de um dos suspeitos pela morte dele. Pablo Francisco da Silva, de 20 anos, foi liberado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) depois que seu mandado de prisão temporária de 30 dias expirou nesta segunda-feira, sem que a Justiça decidisse sobre o pedido de prisão preventiva feito pela Polícia Civil e o Ministério Público. Como o GLOBO mostrou, o MP demorou nove dias para apresentar à Justiça uma denúncia baseada no relatório da Polícia Civil, pronto em 15 de setembro.

Pelo Instagram, a irmã do músico, Camila Macedo, fez um desabafo nesta terça-feira sobre a soltura de Pablo Francisco da Silva. “E hoje acordo com a notícia de que o Ministério Público perdeu o prazo para oferecer a ação do meu irmão assassinado à Justiça, e a mesma pedir a prisão preventiva do suspeito preso pela morte, logo a Justiça teve que soltá-lo!”.

“A polícia (Delegacia de Homicídios) faz o trabalho dela (muito bem, por sinal), o suspeito depõe como participante do crime… E? Ministério Público perde o prazo… É surreal! Esse Brasil é uma piada mesmo!”, completou.

Os stories foram repostados pela atriz Carla Daniel, namorada do músico, e pela sobrinha dele, Valentina Seabra. Em seu perfil, Valentina acrescentou: “Caso do meu tio. Morto por violência no Arpoador, Zona Sul do RJ, mês passado, (com) 41 anos… Amanhã poderia ser alguém da sua família. Brasil, terra de ninguém”. Em outras publicações, ela disse ainda: “Isso porque ele era homem branco hétero morador da Zona Sul do RJ… Mais uma morte banalizada” e ironizou: “Brasil, país de cidadão do bem”.

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