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Família pode receber Auxílio mesmo em caso de aumento da renda

·2 min de leitura
  • Regra de Emancipação permite que beneficiados continuem recebendo o auxílio caso aumentem sua renda

  • Medida serve para incentivar a não dependência do programa

  • Para se cadastrar é necessário ter renda familiar de até R$ 200 por pessoa

O Auxílio Brasil já iniciou os seus pagamentos. Por enquanto os beneficiados são somente as antigas famílias que já estavam cadastradas no Bolsa Família.

Muitas famílias, no entanto, ainda têm dúvidas quanto aos procedimentos que devem realizar para poder receber o benefício.

É necessário, antes de tudo, verificar se você se qualifica. De acordo com o Ministério da Cidadania, há dois limites de renda que permitem a alguém se cadastrar no programa.

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Critérios para entrar no Auxílio

O primeiro é ter renda família de até R$ 100 por pessoa. Isso coloca você na categoria de famílias em situação de extrema pobreza, e poderá receber os benefícios adequados.

O segundo é ter uma renda familiar maior de R$ 100, mas menor de R$200 por pessoa. Nesta condição, as famílias com gestantes ou membros menores de 21 anos, se enquadram em condição de pobreza e podem receber os benefícios do programa.

É necessário também se inscrever no CadÚnico (Cadastro Único). É a única forma de receber qualquer tipo de auxílio do governo federal e pode ser realizada através de agências municipais e estaduais, como o CRAS (Centro de Referência da Assistência Social) mais próximo de você.

Regra de Emancipação

Um dos pontos positivos do novo programa do governo de redistribuição de renda, o Auxílio Brasil, é a Regra de Emancipação, que determina que famílias que consigam um aumento de renda continuem no programa por até 2 anos.

Isto é, a família não precisará se preocupar em perder a ajuda governamental caso algum membro consiga um emprego, por exemplo. Pelo contrário, é até incentivado.

Para se enquadrar nesta regra, é necessário ter a renda familiar maior de R$200 reais, mas menor de R$ 500 reais.

Ou seja, em uma família de quatro, se um dos membros conseguir um emprego que pague o salário mínimo, a regra ainda os manterá no programa por dois anos.

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