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Família busca informações sobre músico de Nova Iguaçu desaparecido depois de show na Zona Sul do Rio

·2 minuto de leitura

A família de Johnny Alves da Silva Dias, de 29 anos, faz um apelo nas redes sociais por informações sobre o paradeiro do barbeiro e músico, que desapareceu há nove dias depois de cantar em um show no Takada Carioca Sport Bar, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, no dia 17 de setembro.

Segundo a família, Johnny é barbeiro, trabalha em um salão no bairro Ponto Chic, onde mora, e nos finais de semana, há cerca de três meses, se apresentava como vocalista no grupo de pagode "Q A+". A irmã de Johnny, a maquiadora Érika Alves da Conceição, de 32 anos, diz que a única pista que a família tem é de que ele saiu do bar depois da apresentação, mas que um dos amigos do músico deu uma versão contraditória sobre o que teria acontecido depois disso.

— O que está confundindo a nossa cabeça é que o amigo dele afirmou que deixou ele no ponto de ônibus e depois de quatro dias, quando foi confrontado, falou que meu irmão entrou em um carro. E para onde foi a gente não sabe. Só que todo mundo voltou para casa, menos ele.

Pela nova versão do amigo de Johnny, o músico entrou em um carro com outro amigo e uma mulher depois do show na Zona Sul. Já a mãe do rapaz, a costureira Marilene Alves de Oliveira, de 51 anos, diz que não acredita que o filho tenha entrado em algum carro, e que tem recebido muitos boatos.

— Os únicos que tiveram contato com ele foram o pessoal do grupo de pagode e todos os três que falaram comigo disseram a mesma coisa: "deixei (ele) no ponto de ônibus". Ele nunca ficou sem dar notícias para mim — afirma.

Segundo os colegas do grupo à família, Johnny estava com 40 reais no bolso para voltar para casa. A família não sabe dizer em que horário ele teria sido deixado no ponto de ônibus.

Érika diz que a família já percorreu favelas, hospitais e foram no IML central em busca de informações sobre Johnny, mas sem sucesso, e que desde o dia 17 não conseguem contato com ele por telefone. Outra versão apresentada pela ex-cunhada de Érika é de que Johnny teria mandado uma mensagem para o filho dela no dia 18 de setembro com a foto de um cartão que indicava que ele estava saindo do estado.

— Eu não acredito nisso. Não é comportamento dele sair do estado sem avisar a mãe. Ele poderia até ficar uns dias fora, mas jamais faria isso sem falar com ninguém. E o telefone dele já estava desligado no dia 17 — diz.

O desaparecimento de Johnny foi registrado na 58ªDP (Posse), e segundo a Polícia Civil, o caso foi encaminhado para o setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que investiga o caso.

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