Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.953,90
    +411,95 (+0,42%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.743,15
    +218,70 (+0,46%)
     
  • PETROLEO CRU

    108,46
    +2,70 (+2,55%)
     
  • OURO

    1.812,90
    +5,60 (+0,31%)
     
  • BTC-USD

    19.143,92
    -103,46 (-0,54%)
     
  • CMC Crypto 200

    420,84
    +0,70 (+0,17%)
     
  • S&P500

    3.825,33
    +39,95 (+1,06%)
     
  • DOW JONES

    31.097,26
    +321,83 (+1,05%)
     
  • FTSE

    7.168,65
    -0,63 (-0,01%)
     
  • HANG SENG

    21.859,79
    -137,10 (-0,62%)
     
  • NIKKEI

    25.935,62
    -457,42 (-1,73%)
     
  • NASDAQ

    11.610,50
    +81,00 (+0,70%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5587
    +0,0531 (+0,96%)
     

Falta de quórum enterra proposta de reforma tributária em ano eleitoral

***ARQUIVO*** BRASILIA, DF,  BRASIL,  25-06-2021 - O presidente da câmara dos deputados Arthur Lira recebe Paulo Guedes para entrega da segunda parte da Reforma Tributária, em junho de 2021. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress,
***ARQUIVO*** BRASILIA, DF, BRASIL, 25-06-2021 - O presidente da câmara dos deputados Arthur Lira recebe Paulo Guedes para entrega da segunda parte da Reforma Tributária, em junho de 2021. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress,

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Depois da falta de quórum na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), que barrou a tentativa de votação da PEC 110 da reforma tributária nesta terça (31), o assunto não deve voltar à pauta neste ano, segundo pessoas que acompanham a tramitação no Senado.

O desfecho foi visto como a comprovação de que um tema desse porte não consegue avançar em ano eleitoral. Foi visto também como derrota de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, e Davi Alcolumbre (União-AP), presidente da CCJ.

A inclusão da PEC 110 na pauta da comissão desta terça tinha animado entidades como a CNI (Confederação Nacional da Indústria). A CNI fez um levantamento que aponta dezenas de apoiadores no setor privado como a CNSaúde (Confederação Nacional da Saúde), Febraban e 49 associações nacionais setoriais da indústria, além de entidades representativas dos Fiscos. A matéria já recebeu 252 emendas, das quais quase 70 foram acatadas, mas ainda não há consenso.

Do lado contrário, a Cebrasse (Central Brasileira do Setor de Serviços), que se opõe à proposta, afirma que Pacheco e o relator, Roberto Rocha (PT-MA), estariam pressionando líderes do Senado a aprovar o texto na CCJ sem ajustes, para fazer alterações em plenário, posteriormente.

"Líderes dos setores de serviços acham que a proposta não faz sentido e que todos os ajustes precisam ser acertados ainda na CCJ e que avance no momento oportuno e não às vésperas da eleição", diz a Cebrasse em nota.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos