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Falta de matéria-prima, roupa cara e guerra derrubam consumo de energia na indústria têxtil

***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 30.03.2017 - Fábrica do Grupo Solvay, que trabalha com fabricação do fio têxtil. (Foto: Giovanni Bello/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 30.03.2017 - Fábrica do Grupo Solvay, que trabalha com fabricação do fio têxtil. (Foto: Giovanni Bello/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Entre todos os setores monitorados pela CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), a indústria têxtil foi o ramo de atividade econômica com maior redução no consumo de energia no ano passado.

Segundo a entidade, o setor terminou 2022 com uma carga de 671 megawatts médios, volume quase 4% abaixo de 2021.

A CCEE atribui a redução no consumo aos impactos gerados por falta de matéria-prima, custos elevados do transporte e Guerra da Ucrânia, o que freou a produção nacional, de acordo com a entidade.

No recorte por estados, Paraíba e Minas Gerais tiveram as maiores variações, com queda de 20% e 14%, respectivamente.

Fernando Pimentel, da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), diz que depois de quase dois anos de forte crescimento, a produção do setor caiu cerca de 7% (em dados reais). As empresas, segundo ele, sofreram com aumento de custos e elevação do preço dos produtos ao consumidor final.

"É um conjunto de fatores. Tudo isso impactou as cadeias de suprimento e também o preço de alguns insumos importantes para nós, como o algodão, que é uma commodity internacional e teve uma evolução de preços grande até junho do ano passado", afirma.