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Falta de controle na vida dos brasileiros aumenta 300%

·2 min de leitura
Shot of stressed business woman working from home on laptop looking worried, tired and overwhelmed.
Dos entrevistados, 84% se sentem presos em suas vidas pessoais

(Getty Images)

  • Estudo mostra que falta de controle na vida dos brasileiros subiu 300% 

  • Entrevistados apontaram o ano de 2021 como o mais estressante de todos os tempos

  • Oito em cada dez pessoas fariam mudanças na vida com base em recomendações de robôs

Você se sente cada vez menos dono de sua rotina? Pois saiba que muitos compartilham desse sentimento. Um estudo realizado pela Oracle, em parceria com a Workplace Intelligence, mostrou que a falta de controle na vida pessoal do brasileiro disparou 300%. Com relação à vida profissional, o aumento foi de 218%.

De acordo com a pesquisa, respondida por 14,6 mil funcionários de empresas espalhadas por 13 países, 84% dos entrevistados se sentem presos em suas vidas pessoais e 47% estão ansiosos com relação ao futuro.

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Quem espera por números positivos, se frustrará. Isso porque o levantamento aponta que o último ano impactou negativamente 91% das pessoas, especialmente por declínio na saúde mental, dificuldades financeiras e falta de motivação para a carreira.

Entretanto, há quem ganhe credibilidade em meio a tudo isso: os robôs. Oito em cada dez pessoas (79%) fariam mudanças em suas vidas com base nas recomendações das máquinas inteligentes, e outros 65% confiariam mais em uma delas do que em pessoas para guiar suas carreiras.

Ainda que o ano de 2021 tenha sido apontado como o mais estressante de todos os tempos, a maioria dos entrevistados (67%) confia na tecnologia como uma importante saída. O uso de inteligência artificial seria forma de aliviar a irritação, além de ajudar as pessoas a se sentirem mais no controle de suas carreiras (60%).

De forma geral, 95% dos participantes aprovam a tecnologia como aliada no processo de definição do futuro. Nesse cenário, ela seria fundamental para indicar habilidades a serem desenvolvidas (53%), apontar formas de aprender novas habilidades (50%) e fornecer os próximos passos para o progresso em direção às metas de carreira (42%).

A pesquisa foi realizada entre 27 de julho e 17 de agosto deste ano com funcionários, gerentes, líderes de RH e executivos de alto escalão de empresas. Os participantes tinham entre 22 e 74 anos e residiam nos EUA, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, França, Holanda, Alemanha, Brasil, Índia, Japão, Coreia do Sul, Cingapura ou Austrália. As informações foram divulgadas pela Exame.

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