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Falta de chips para processadores pode durar até 2023, diz empresa

·2 minuto de leitura
Falta de chips para processadores pode durar até 2023, diz empresa
Falta de chips para processadores pode durar até 2023, diz empresa

O mercado de eletrônicos e carros ainda deve sofrer mais com a falta de chips para processadores, que deve durar até 2023 segundo a Flex, uma das principais empresas de fabricação de componentes semicondutores do mercado.

Segundo Lynn Torrel, Chefe de Procura e Fornecimento da Flex, a demanda por esse tipo de componente não desacelerou com a pandemia da Covid-19, embora seja ela a responsável pelos estoques esgotados das peças, que atualmente afetam desde chips de controle para carros de direção autônoma até eletrônicos de entretenimento, como o PlayStation 5 e o Xbox Series X.

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Imagem mostra um homem segurando um semicondutor com luvas. Falta de chips deve impactar indústria de fabricação até 2023.
A falta de chips para fabricação de produtos é uma das consequências da pandemia da Covid-19, e ainda deve durar alguns anos. Imagem: Gorodenkoff/Shutterstock

A executiva antecipa um cenário ruim, onde empresas vão amargar falta de chips até “pelo menos a metade de 2022, com algumas empurrando expectativas de melhora apenas para 2023”. A consequência disso é o atraso na fabricação de produtos, bem como sua entrega no varejo.

A previsão faz eco a uma estimativa anterior, feita na última semana pela King Yuan Electronics, uma fornecedora de componentes da Apple em Taiwan. A empresa a serviço da “Maçã” também indica o meio do ano que vem para um período onde podemos começar a ver alguma melhora.

A pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) trouxe enormes impactos à economia global. Com a inserção forçada do trabalho remoto em ambientes de trabalho outrora presenciais, as pessoas passaram mais tempo em casa, e por isso começaram a usar serviços digitais e de streaming com maior frequência.

A consequência disso é a de que o lançamento de produtos com suporte a essas tecnologias – vide o PlayStation 5 e Xbox Series X citados acima, entre vários outros – acabou fragmentando pela alta demanda de chips para processadores, mas sem uma resposta à ela no estoque das empresas fornecedoras.

Empresas de grande porte, como a já citada Apple, conseguiram contornar esse problema ao assegurarem acordos de prioridade com suas respectivas fornecedoras. No caso da empresa de Cupertino, o desenvolvimento do processador próprio M1 e a série A (respectivamente, iMacs, Macbooks e iPhones/iPads) ajudou a aliviar suas dificuldades. Entretanto, marcas do “meio da pirâmide”, ou seja, aquelas cujas tecnologias as colocam acima de startups e outras companhias de base, mas que elas próprias não têm capital para esse tipo de acordo, estão preocupadas.

Vale lembrar que o chips semicondutores para processadores são apenas uma parte de uma equação muito maior: componentes para drivers de displays e monitores, placas de som e outros artefatos dedicados também podem – e provavelmente serão – impactados por isso.

A esperança reside no avanço das campanhas de vacinação contra a Covid-19, em curso em vários países.

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