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Facebook vai fechar principal escritório no Brasil

Meta vai deixar principal sede brasileira do Facebook (Getty Image)
Meta vai deixar principal sede brasileira do Facebook (Getty Image)
  • Dona do Facebook vai deixar um dos escritórios brasileiros;

  • Ações da Meta já perderam dois terços do valor recentemente;

  • Empresa deve manter sede menor em São Paulo.

Esse não tem sido um mês fácil para os trabalhadores de multinacionais da área da tecnologia. Após a demissão em massa dos funcionários do Twitter, Mark Zuckerberg anunciou a demissão de mais de 11 mil pessoas na Meta, dona do Facebook.

Para conter custos, a companhia também vau fechar o principal escritório que mantém no Brasil. A empresa ficava desde 2012 na Infinity Tower, em São Paulo, que abriga também os escritórios de Apple, Credit Suisse, Goldman Sachs e Bloomberg.

Com a movimentação, a Meta pretende manter apenas o escritório no edifício B32, localizado na Avenida Faria Lima, também no bairro do Itaim.

“Os últimos anos trouxeram novas possibilidades em torno do papel dos escritórios. Dentro do nosso compromisso com uma experiência de força de trabalho distribuída, reconhecemos que temos novos tipos de perfis de trabalho, incluindo remoto, híbrido e com presença no escritório durante toda a semana", disse a empresa em uma nota enviada ao Estadão.

De acordo com a agência Reuters, a dona do Facebook, cujas ações perderam mais de dois terços do valor, alegou que também planeja cortar gastos e estender seu congelamento de contratações até o primeiro trimestre.

"Para apoiar essa evolução, estamos implementando o compartilhamento de mesas de trabalho, permitindo que as pessoas tenham mais flexibilidade, ao mesmo tempo em que revigoramos nosso ambiente de trabalho. E para manter uma utilização eficiente dos espaços, também estamos otimizando a ocupação de nossos escritórios em alguns locais, incluindo São Paulo”, reforçou a Meta.

Segunda onda de cortes em Novembro

No dia 4 deste mês, o Twitter demitiu metade dos cerca de 7,5 mil funcionários depois da aquisição da rede social pelo bilionário Elon Musk, a pessoa mais rica do mundo no ranking da Forbes.

Contudo, um pouco depois dos cortes, a empresa alegou a várias dezenas de funcionários que foram despedidos por engano e frisou que eles são essenciais para as mudanças que Musk quer implementar.