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Facebook terá recurso para combater desinformação nas eleições no Brasil em 2022

·2 min de leitura

O Facebook anunciou que repetirá a parceria com Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ajudar no combate à desinformação e entregar conteúdos confiáveis sobre o processo eleitoral de 2022. Segundo a empresa, serão realizados esforços para direcionar as pessoas para dados oficiais e artigos de combate à fake news sobre as eleições.

A rede promete exibir, a partir das próximas semanas, rótulos em postagens que tratem sobre o pleito do ano que vem, com links para uma página do site da Justiça Eleitoral — o Brasil será um dos primeiros países a ter esse recurso. A ideia deve funcionar de modo similar ao que já existe em temas como a covid-19, no qual a plataforma avisa sobre a importância de consulta em órgãos oficiais.

Para evitar violações de figuras políticas, o Facebook endureceu as regras que podem levar a banimentos de até dois anos (Imagem: Reprodução/Facebook)
Para evitar violações de figuras políticas, o Facebook endureceu as regras que podem levar a banimentos de até dois anos (Imagem: Reprodução/Facebook)

Segundo a empresa, foram feitos investimentos em tecnologias para identificar e remover pessoas que abusem dos serviços, com bloqueio de contas falsas e limitação de conteúdos associados a notícias mentirosas.

O Facebook afirma ter quadruplicado o time global responsável por lidar com segurança e integridade para cerca de 40 mil funcionários, com equipes especializadas em atuar durante eleições, de diferentes localidades e conhecedores do cenário local.

Facebook promete combate reforçado

Nas eleições municipais do ano passado, a gigante das mídias sociais removeu mais de 140 mil peças do Facebook e do Instagram que violaram as políticas de interferência na votação antes do primeiro turno. Cerca de três milhões de pessoas com mais de 16 anos votantes clicaram para ver mais informações sobre a eleição nos dias que antecederam a votação.

Em 2018, foram implementadas ferramentas de transparência para propaganda política e eleitoral (que identificavam posts patrocinados de candidatos), e desde 2020 qualquer pessoa ou organização precisa passar por um processo de confirmação de identidade e endereço no país para veicular anúncios sobre esses temas.

A rede ainda garante ter armazenado todos os anúncios sobre política ou eleições dos últimos sete anos na biblioteca de anúncios para fins de apoio às autoridades eleitorais. Como já ocorreu no ano passado, o Facebook garante rejeitar todo anúncio que não contenha o rótulo "Propaganda Eleitoral" ou "Pago por" para evitar que pessoas impulsionem conteúdos difamatórios sobre candidatos ou banquem campanhas de terceiros de forma anônima.

Sobre o WhatsApp, uma das principais fontes de fake news no Brasil, a empresa disse ter lançado um chatbot em parceria com o TSE para esclarecer dados sorbe o processo eleitoral e a votação. Além disso, a rede tem um canal de comunicação direto com o tribunal para denunciar contas suspeitas de executar disparos em massa, o que não é permitido pelos Termos de Serviço do app nem pela legislação eleitoral.

Fonte: Canaltech

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