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Facebook tentou convencer Trump a suavizar posts

·2 minuto de leitura
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, ligou diretamente para Trump, segundo jornal. (Foto: Chip Somodevilla/Getty Images)
O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, ligou diretamente para Trump, segundo jornal. (Foto: Chip Somodevilla/Getty Images)

Altos executivos do Facebook ligaram para a Casa Branca de Donald Trump para tentar convencer o presidente dos Estados Unidos a moderar seu discurso durante os protestos por justiça racial e contra a morte de George Floyd em maio. Segundo o jornal The Washington Post, esses executivos tentavam convencer o presidente a ser menos agressivo em seus posts publicados na rede social, como naquele em que ele ameaçava com tiros a população.

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“Quando o saque começa, os tiros começam”, escreveu Trump na época, em uma publicação polêmica que levou o Twitter a sinalizar o post como conteúdo que “glorifica a violência”. O Facebook, no entanto, não fez nada com o post, o que irritou entidades da sociedade civil, ativistas e manifestantes.

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Ainda segundo a reportagem, o próprio CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, entrou em cena após essa primeira intervenção, e ligou pessoalmente para Trump, dizendo ao presidente que o post colocaria o FB em uma “situação difícil”. Mas Trump afirmou que aquele era um “aviso”, já que a Guarda Nacional seria acionada em seguida.

Esse teria sido um dos argumentos que convenceram Zuckerberg a tomar a decisão de não intervir no post. A decisão foi duramente criticada em seguida por observadores.

Em resposta à decisão do CEO, muitas marcas têm se posicionado a favor de um boicote à rede social. Gigantes como Unilever, Coca-Cola e Starbucks anunciaram a interrupção de anúncios pagos no Facebook, como forma de pressionar a plataforma a se posicionar de forma mais dura contra a propagação de discurso de ódio.

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