Mercado abrirá em 9 h 34 min
  • BOVESPA

    122.979,96
    +42,09 (+0,03%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.789,31
    +417,33 (+0,85%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,62
    -0,87 (-1,33%)
     
  • OURO

    1.867,40
    -0,60 (-0,03%)
     
  • BTC-USD

    40.895,57
    -3.991,96 (-8,89%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.132,13
    -121,01 (-9,66%)
     
  • S&P500

    4.127,83
    -35,46 (-0,85%)
     
  • DOW JONES

    34.060,66
    -267,13 (-0,78%)
     
  • FTSE

    7.034,24
    +1,39 (+0,02%)
     
  • HANG SENG

    28.593,81
    +399,72 (+1,42%)
     
  • NIKKEI

    28.008,09
    -398,75 (-1,40%)
     
  • NASDAQ

    13.152,25
    -59,75 (-0,45%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4331
    +0,0030 (+0,05%)
     

Facebook suprime contas vinculadas à Inteligência palestina

·2 minuto de leitura
Facebook suprime contas vinculadas à Inteligência palestina

A rede social Facebook acusou nesta quarta-feira (21) o serviço de Inteligência interna da Autoridade Palestina de usar sua plataforma para espionar jornalistas, militantes de direitos humanos e opositores políticos, e procedeu ao fechamento das contas, entre outras medidas.

A gigante americana explicou em um relatório que também identificou operações de espionagem "com motivação política", realizadas por um grupo que estaria sediado em Gaza e seria afiliado ao Hamas, o movimento islamita que dirige este enclave palestino.

A Autoridade Palestina, que governa a Cisjordânia, e o Hamas se enfrentarão em eleições legislativas previstas para maio, as primeiras em quinze anos.

Segundo o Facebook, o Serviço de Segurança Preventiva (PSS) da Autoridade Palestina espiona "jornalistas, opositores do governo chefiado pelo Fatah, militantes de direitos humanos e grupos armados", principalmente em Cisjordânia, Gaza e Síria, mas também em outros países, como Turquia, Iraque, Líbano e Líbia.

O PSS usou "programas de espionagem pouco sofisticados, disfarçados de aplicativos de mensagem segura" para infiltrar os aparelhos Android e coletar informação como a "lista de chamadas, a localização, a lista de contatos e os SMS", segundo o informe.

De acordo com o Facebook, o serviço de Inteligência utilizou contas falsas pertencentes a jovens mulheres, mas também a "partidários do Hamas, do Fatah, a diversos grupos militares, a jornalistas e militantes" para "criar um clima de confiança com as pessoas afetadas e incitá-las a instalar programas maliciosos".

O relatório também menciona "operações de ciberespionagem auspiciadas por um Estado", em alusão às atividades do grupo Arid Viper que, segundo especialistas, faz ataques informáticos contra Israel a partir da Faixa de Gaza desde 2013.

Mas, segundo o Facebook, o grupo também tem como alvo palestinos, particularmente "pessoas vinculadas a grupos pró-Fatah, organizações governamentais palestinas, pessoal militar e de segurança e grupos de estudantes" nos territórios palestinos.

A Arid Viper usou "mais de uma centena de páginas da internet que contém programas maliciosos IOS e Android, para tentar roubar os códigos de acesso com técnicas de suplantação de identidade (phishing) ou agindo como servidores de controle".

Consequentemente, o Facebook suprimiu contas consideradas afins a PSS e Arid Viper, "difundiram a assinatura dos programas maliciosos, bloqueando páginas associadas a estas atividades e preveniram as pessoas" afetadas.

jjm/mib/elm/af/rsr/mvv