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Facebook poderia "virar" o TikTok, aponta vazamento

Um documento interno da Meta, de abril, vazado recentemente na imprensa, mostra o plano da empresa para transformar o Facebook em algo mais similar ao TikTok. O memorando foi obtido pelo site The Verge e trata de um conjunto de ações pensadas pelo chefe do aplicativo do Facebook, Tom Alison.

A ideia seria transformar o feed principal da rede social em um conjunto de posts recomendados, inclusive de pessoas desconhecidas. Hoje, a plataforma prioriza a exibição de postagens dos seus amigos, de páginas curtidas e de grupos dos quais o usuário participa. Com a troca, as pessoas começariam a ver publicações aleatórias baseadas algoritmo, conforme os gostos de cada um.

Os Reels já aparecem no Facebook, mas a rede social quer ir além de incentivar a visualização de conteúdos com o algoritmo de recomendação (Imagem: Reprodução/Facebook)
Os Reels já aparecem no Facebook, mas a rede social quer ir além de incentivar a visualização de conteúdos com o algoritmo de recomendação (Imagem: Reprodução/Facebook)

No topo da tela ficariam os Stories e Reels, e logo abaixo viriam as publicações recomendadas com base no algoritmo de indicação. O foco seria entregar uma experiência mais visual e voltada para os vídeos, inclusive com opções de interação e para sugerir conteúdos aos amigos mais facilmente.

A estratégia é incorporar um sistema misto entre publicações do feed com vídeos do Reels — que desembarcaram na plataforma em fevereiro de 2022. O algoritmo de recomendação dos Reels já existe no Instagram e ajudou a fortalecer o formato em uma rede dedicada a fotografias. Por lá, você consegue rolar a tela na horizontal para ver vídeos curtos de criadores que você não segue.

No comunicado, Alison teria dito aos funcionários que descartar essa ideia poderia deixar o aplicativo estagnado, sem a evolução natural demandada pela sociedade. Vale lembrar que o TikTok deixou de ser apenas uma promessa há algum tempo e ameaça o reinado das plataformas da Meta.

Retorno do Messenger ao Facebook

Em comentário feito ao The Verge, Alison teria confirmado os planos do aplicativo, que estaria lento demais frente a "ameaça competitiva" do rival chinês. O executivo teria dito que a Meta enxerga o programa de vídeos curtos como um "invasor do seu território", antes dominado com tranquilidade.

Outro achado do documento vazado seria a volta do Messenger como uma ferramenta do Facebook, em vez de um aplicativo em separado. Essa seria uma parte importante da estratégia de "tiktokizar" o Face, porque ajudaria a fortalecer as mensagens diretas, como ocorre no TikTok e no Instagram.

A volta da caixa de entrada do Messenger poderia incentivar que pessoas voltassem a usar a solução para conversar. Hoje, você precisa baixá-lo na loja de aplicativo do iOS ou Android, fato que desestimula o uso — sem contar alguns bugs ocasionais na hora de trocar do Facebook para o mensageiro.

Parece um pouco tarde para o Facebook tentar entrar na onda dos vídeos curtos, sendo que nem a sua rede social mais "moderninha", o Instagram, consegue frear o ritmo frenético do TikTok. Mesmo assim, são notáveis os esforços da Meta para tentar manter o seu carro-chefe ainda nos eixos, afinal a marca Facebook ainda tem um peso imenso no mundo.

Fonte: Canaltech

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