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Facebook permitiu anúncios com fake news eleitorais, acusa ONG

Rede social foi acusada de permitir anúncios com desinformação (Getty IMage)
Rede social foi acusada de permitir anúncios com desinformação (Getty IMage)
  • ONG testou recurso de anúncios do Facebook

  • Organização diz que todas as campanhas de fake news foram aprovadas

  • Meta diz que tem trabalhado para combater a desinformação

As redes sociais têm ocupado um papel importante durante o período eleitoral. O problema é que nem todos os candidatos e partidos utilizam as plataformas para divulgar informações corretas.

Um relatório feito pela Organização não Governamental (ONG) Global Witness aponta que o Facebook permitiu publicações com desinformação relacionadas as eleições de 2022 no Brasil.

“Os anúncios continham informações falsas sobre a eleição, promovendo a data errada e métodos de votação falsos, o que poderia impedir as pessoas de votarem, e ainda questionava a integridade da eleição”, disse a Global Witness.

Para testar a curadoria da rede social, a ONG enviou dez anúncios que tinham desinformação eleitoral. Todos tiveram autorização para publicação.

“Uma publicação que era direcionado a grupos indígenas e promovia a data errada da eleição foi inicialmente rejeitada com o argumento de que era um ‘anúncio sobre questões sociais, eleições ou política’. Mas apenas seis dias depois, sem nenhuma intervenção nossa, o anúncio foi aprovado sem explicação”, explicou a organização.

De acordo com a IstoÉ, a ONG diz que algumas campanhas questionam a integridade das urnas eletrônicas do Brasil, trazendo mensagens parecidas com a estratégia utilizada por Jair Bolsonaro.

“O Facebook deve enfrentar urgentemente a desinformação que prolifera em sua plataforma para evitar o risco de interferência eleitoral, desinformação, agitação e violência no Brasil”, disse Jon Lloyd, consultor sênior da Global Witness, ao site.

Em resposta, a Meta, empresa que gerencia o Facebook, informou à ONG que está comprometida em proteger a integridade eleitoral no país. A empresa ainda disse que tem canal direto com o Tribunal Superior Eleitoral para denunciar postagens e anúncios.