Mercado fechará em 5 h 14 min
  • BOVESPA

    110.297,54
    -1.242,26 (-1,11%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.682,19
    0,00 (0,00%)
     
  • PETROLEO CRU

    60,81
    +1,06 (+1,77%)
     
  • OURO

    1.711,20
    -22,40 (-1,29%)
     
  • BTC-USD

    50.847,44
    +1.969,44 (+4,03%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.015,71
    +27,62 (+2,80%)
     
  • S&P500

    3.855,14
    -15,15 (-0,39%)
     
  • DOW JONES

    31.414,10
    +22,58 (+0,07%)
     
  • FTSE

    6.642,27
    +28,52 (+0,43%)
     
  • HANG SENG

    29.880,42
    +784,56 (+2,70%)
     
  • NIKKEI

    29.559,10
    +150,93 (+0,51%)
     
  • NASDAQ

    13.014,75
    -40,50 (-0,31%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,9266
    +0,0645 (+0,94%)
     

Facebook Messenger ganha novas ferramentas para combater assédio e fake news

Igor Almenara
·2 minuto de leitura

Durante a celebração do Dia Internacional da Internet Segura (“Safer Internet Day”, em inglês), na última terça-feira (9), o Facebook introduziu novas opções de segurança para Messenger e Instagram Direct. A novidade complementa recursos com bloqueio de app por senha, avisos de mensagens suspeitas, limite de encaminhamento de mensagens e gerenciamento avançado de quem pode (ou não) assistir seus stories, mandar mensagens e conferir publicações.

As introduções são celebradas pelo Facebook como grandes aprimoramentos de segurança. Anunciadas em seu blog oficial, elas incluem desde ferramentas práticas, como o bloqueio de app por senha e alterações de privacidade, a campanhas de conscientização para ajudar a comunidade a identificar comportamento “automatizado” ou enganoso.

App Lock exige uma nova autenticação para acessar as mensagens. (Imagem: Divulgação/Facebook)
App Lock exige uma nova autenticação para acessar as mensagens. (Imagem: Divulgação/Facebook)

Das mudanças práticas, uma das mais interessantes novidades é o App Lock. O recurso dá mais uma camada de proteção as mensagens do Messenger, ao acrescentar uma tela de autenticação que é atrelada aos métodos de segurança adotados no dispositivo. Na prática, o aplicativo pedirá a reinserção de credenciais (biometria, senha ou Face ID) para garantir acesso ao mensageiro.

Nas mudanças de privacidade, o foco é no controle de quem pode consumir seu conteúdo. De lá, as ferramentas receberam melhorias e controles mais específicos sobre a visibilidade dos stories.

Facebook Messenger e Instagram Direct

O mensageiro também recebeu limitações. A fim de minimizar o impacto do compartilhamento de notícias falsas e assédio, o Facebook impôs um limite de encaminhamento de mensagens. Agora, só é possível reenviar o conteúdo para, no máximo, cinco contatos ou grupos. Ainda é um número bem grande, dependendo da quantidade de integrantes do chat coletivo, mas nada impede que seja acompanhado por medidas mais eficientes.

Message Delivery define o destino de novas mensagens. (Imagem: Divulgação/Facebook)
Message Delivery define o destino de novas mensagens. (Imagem: Divulgação/Facebook)

Nesse mesmo pacote, as redes sociais do Facebook deram mais evidência aos botões de bloqueio e exclusão de mensagens oriundas de uma “solicitação de envio” — ou seja, por alguém que você não segue na rede social. A mesma seção também não exibirá imagens ou vídeos logo que o chat for aberto para visualização do conteúdo, entregando-os “borrados” para proteger o usuário de mídias indesejadas.

Ademais, há também novas opções que definem o comportamento das mensagens recebidas de acordo com a origem — se vão direto para o chat, devidamente entregues, para a caixa de solicitações ou se não devem ser recebidas.

Todos os recursos de segurança são muito bem-vindos e serão bastante úteis na proteção pessoal contra o assédio, a violência e as fake news que rondam pela internet. Ainda assim, nenhuma delas se refere à coleta de dados irrestrita do Facebook sobre os hábitos de consumo, tempo de tela, e atividade em outros aplicativos. É, de fato, um passo na direção de uma internet mais segura, mas não protege o usuário (em nada) da própria gigante.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: