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Facebook inflou audiências publicitárias, afirmam documentos de ação judicial

·2 minuto de leitura
O Facebook obtém a maior parte de seu volume de negócios com a venda de espaços publicitários a empresas

O Facebook sabia que suas estimativas sobre o número de usuários que podiam ver anúncios na plataforma estavam infladas, mas ignorou o problema para obter mais receita, de acordo com os documentos de uma ação civil divulgados nesta quinta-feira.

O gigante das redes sociais é objeto desde 2018 de uma demanda coletiva iniciada por uma empresa.

Os demandantes afirmam que os executivos da plataforma sabiam que a audiência potencial das campanhas publicitárias estava superestimada, mas que eles não fizeram nada para reverter a situação.

O Facebook obtém a maior parte de seu volume de negócios com a venda de espaços publicitários a empresas. Os preços variam em função de diversos critérios, começando pelo número de usuários que podem ver a campanha.

"O Facebook sabia há anos que seu alcance potencial estava inflado e era enganoso", afirmam os demandantes. "O Facebook sabia que o problema era provocado sobretudo por contas falsas e duplicados (...) Executivos impediram que funcionários solucionassem o problema porque pensavam que o 'impacto nas receitas (seria) significativo", completam, segundo os documentos judiciais.

A demanda cita um diretor do "Potential Reach", una forma de medir a audiência potencial dos anúncios, que afirmou em um e-mail interno da empresa" "É uma receita que nunca deveríamos ter obtido, dado o fato de que se baseia em dados errados".

A rede social negou as acusações.

"Estes documentos estão sendo selecionados para se encaixar na narrativa do demandante", disse o porta-voz do Facebook, Joe Osborne, à AFP.

"O 'Potential Reach' é uma ferramenta de planejamento de campanha que nunca é utilizada para cobrar os clientes", acrescentou. "É uma estimativa e explicamos claramente como se calcula em nossa interface publicitária".

Em março de 2019, a rede social mudou a forma de medir esta audiência, que desde então não se baseia mais nos usuários ativos, e sim no número de pessoas que viram um anúncio de um produto nos últimos 30 dias.

juj/mlb/gma/fp