Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.868,83
    -670,97 (-0,60%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.309,81
    +627,62 (+1,37%)
     
  • PETROLEO CRU

    61,28
    +1,53 (+2,56%)
     
  • OURO

    1.713,90
    -19,70 (-1,14%)
     
  • BTC-USD

    50.916,89
    +3.098,81 (+6,48%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.018,38
    +30,28 (+3,06%)
     
  • S&P500

    3.840,42
    -29,87 (-0,77%)
     
  • DOW JONES

    31.426,47
    +34,95 (+0,11%)
     
  • FTSE

    6.675,47
    +61,72 (+0,93%)
     
  • HANG SENG

    29.880,42
    +784,56 (+2,70%)
     
  • NIKKEI

    29.559,10
    +150,93 (+0,51%)
     
  • NASDAQ

    12.713,75
    -341,50 (-2,62%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7551
    -0,1070 (-1,56%)
     

Facebook finalmente vai apagar postagens conspiratórias sobre vacinas

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

Publicações que visem espalhar desinformação e teorias conspiratórias sobre o uso de vacinas não terão mais vez dentro do Facebook. A rede social anunciou, nesta segunda-feira (8), que não permitirá mais que seus usuários compartilhem conteúdos que, de qualquer forma, desencorajam o uso de vacinas para qualquer tipo de doença, e não especificamente apenas imunizantes contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2).

Vale lembrar que, desde outubro, a plataforma proibiu a compra de publicidade que incitasse campanhas contra o uso de vacinas; desta vez, porém, o cerco se expande para o público final, páginas e grupos privados. Como exemplo, a companhia citou falsas alegações que defendem supostos efeitos colaterais dos imunizantes (como autismo) e campanhas de auto-imunização (ou seja, que é mais seguro contrair a COVID-19).

“Construir confiança e segurança nessas vacinas é fundamental, então estamos lançando a maior campanha mundial para ajudar as organizações de saúde pública a compartilhar informações precisas sobre as vacinas contra a COVID-19 e incentivar as pessoas a serem vacinadas conforme os imunizantes se tornam disponíveis para elas”, afirmou Kang-Xing Jin, diretora de saúde do Facebook, em um comunicado oficial.

Para garantir que o “pente fino” seja aplicado com maestria, a rede social consultou a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras instituições médicas de renome para determinar uma lista de alegações falsas comuns a respeito da doença causada pelo SARS-CoV-2 e vacinas em geral. A decisão foi chancelada pelo Conselho de Supervisão, um órgão autônomo do Facebook dedicado a criar novas regras de moderação.

Por fim, seguindo os mesmos passos do Google, a rede social também anunciou que “doará” US$ 120 milhões de créditos para publicidade para ministérios da saúde, organizações sem fins lucrativos e agências das Nações Unidas com o intuito de promover conscientização a respeito dos programas de vacinação.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: