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Facebook e Instagram limitam segmentação de anúncios para adolescentes

A Meta, empresa dona de Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou uma restrição ainda maior para anúncios direcionados a menores de 18 anos. A partir do próximo mês, não será possível segmentar propagandas por gênero voltadas para crianças no Facebook e no Instagram. Também estão banidos os impulsionamentos voltados para o engajamento junto a páginas e perfis curtidos/seguidos.

Os anúncios só poderão usar como critério a idade e a localização, sem definir se irá para meninos ou meninas, e devem ficar menos personalizados a partir da mudança. Esse é considerado um complemento de uma medida editada em 2021, quando a Meta interrompeu a segmentação de anúncios com base em interesses e atividades dos jovens.

A partir de março de 2023, os adolescentes também terão mais ferramentas para controlar melhor os anúncios que visualizam. Na "Central de Contas" será possível marcar alguns tópicos para os quais serão mostradas menos propagandas. Infelizmente, não há uma forma geral de desativar os reclames, então eles ainda serão bombardeados em alguns momentos por publicações tentando vender coisas ou oferecendo serviços.

Adolescentes terão mais opções para escolher quais anúncios eles não querem ver tanto (Imagem: Reprodução/Meta)
Adolescentes terão mais opções para escolher quais anúncios eles não querem ver tanto (Imagem: Reprodução/Meta)

Esses tópicos devem abordar questões mais amplas como celebridades, maquiagem, aventura, diversão e outras. Se para um adulto é difícil entender o que seriam anúncios sobre "amor-próprio", por exemplo, imagine para um adolescente.

"Essas mudanças refletem pesquisas, feedback direto de pais e especialistas em desenvolvimento infantil, princípios dos direitos da criança da ONU e regulamentação global", explicou a Meta na publicação oficial.

Publicidade para crianças e adolescentes é assunto polêmico

Mesmo assim, é iniciativa é válida por dar um passo no rumo da redução dos anúncios para uma população vulnerável, muito mais sujeita às estratégias de marketing agressivas de empresas. A exibição de propagandas para crianças e adolescentes é tema delicado em qualquer parte do mundo, sendo altamente regulamentada no Brasil.

Outras redes sociais rivais da Meta, como o TikTok, seguem na mira de autoridades para barrar esse tipo de anúncio. Eventualmente, algo acaba escapando ao algoritmo de monitoramento e às equipes de moderação. Nos vídeos curtos, por exemplo, uma tendência recente fez milhares de jovens comprarem remédios para perda de peso, o que levou ao desabastecimento do medicamento para quem tinha diabete.

Em novembro do ano passado, a Meta anunciou um conjunto de recursos para melhorar a segurança dos adolescentes nas suas redes sociais. Pessoas com menos de 18 anos começaram a receber mais sugestões de configurações de privacidade no Facebook, incluindo o bloqueio total de envio de fotos para prevenir a disseminação de imagens íntimas.

O Instagram também introduziu mais rígidas para menores de 16 anos. Ocorreu uma atualização da ferramenta chamada Controle de Conteúdo Sensível, lançada em 2021, para dar mais conhecimento para os jovens sobre posts e vídeos visualizados.

Fonte: Canaltech

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