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Facebook anuncia novas ações contra golpes envolvendo anúncios na plataforma

·2 minuto de leitura

Para aumentar a segurança de lojistas e consumidores que compram a partir de anúncios do Facebook, a rede social começou a adotar ações legais contra entidades que abusam de seu sistema. Nesta terça-feira (29), a empresa anunciou que abriu processos contra empresas que contrataram anúncios publicitários que levavam a compras enganosas ou ao roubo de identidades.

O primeiro caso foi aberto contra a companhia de marketing N&J USA Incorporate, Mohit Melwani e Vishaal Melwani. Eles são acusados de promover a venda de relógios, brinquedos e roupas, redirecionando o consumidor a uma página externa para adquirir os produtos. Quando uma venda era concluída, ou as compras não eram entregues, ou os itens enviados não correspondiam aos anúncios.

Segundo o Facebook, a empresa escondia comentários negativos e bloqueavam usuários para tentar evitar que outras pessoas se conscientizassem sobre suas ações. Além de abrir o processo, a empresa também bloqueou diversas páginas que eram mantidas pela empresa e propagavam suas operações.

Medida contra o roubo de contas

Os responsáveis pela rede social também abriram um processo contra quatro pessoas localizadas no Vietnã, que realizavam o roubo de cookies. Eles convenciam as vítimas a instalar o aplicativo Ad Manager for Facebook através da Google Play Store (que já foi removido da loja) e, a partir dele, roubavam credenciais de acesso.

Os dados eram usados para configurar e transmitir anúncios publicitários que também promoviam fraudes — em um caso, cerca de US$ 36 milhões em publicidade falsa foram veiculados. Além de processar os criminosos, o Facebook também reembolsou as vítimas afetadas e as ajudou a recuperar suas contas.

Segundo a rede social, as ações divulgadas nesta terça-feira são prova de seu compromisso de proteger usuários e assegurar que as regras estabelecidas estão sendo seguidas. Esta não é a primeira vez que a empresa toma ações legais contra quem abusa de seus sistemas: em dezembro de 2019, ela processou os criadores de um malware que roubava contas e as usava para publicar anúncios publicitários com conteúdo criminosos.

Fonte: Canaltech

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