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Facebook afirma ter gasto mais de US$ 13 bilhões em segurança desde 2016

·2 minuto de leitura

O Facebook, em resposta a matérias publicadas pelo The Wall Street Journal (TWJ) na última semana, afirmou que investiu mais de US$ 13 bilhões de dólares em segurança desde 2016.

A gigante das redes sociais usou os números como exemplos de como está respondendo a problemas de segurança do Facebook e do Instagram, alegando que as reportagens do TWJ não tinham contextos importantes sobre situações, muitas vezes, complexas. Se os números divulgados pela empresa forem verdadeiros, o Facebook, desde 2017, quadruplicou seus funcionários na área de segurança, passando de 10 mil para 40 mil colaboradores.

O investimento de US$ 13 bilhões, cerca de R$ 69,2 bilhões na cotação atual, na área de segurança também está de acordo com pronunciamentos da empresa realizados em 2018, onde o Facebook alegou que iria investir "bilhões" na segurança de suas plataformas.

No comunicado oficial, o Facebook admite que no passado não procurava falhas em seus serviços durante o processo de desenvolvimento, optando por realizar melhorias conforme as demandas dos usuários. A empresa alega que atualmente, graças aos investimentos e a numerosa equipe de especialistas de segurança contratados, boa parte das vulnerabilidades são corrigidas antes que os produtos sejam disponibilizados para o público.

As matérias do The Wall Street Journal

As matérias publicadas pelo The Wall Street Journal durante o mês de setembro alegam que o Facebook sabia de vários problemas em suas plataformas, como informações falsas sobre a pandemia de covid-19 e do impacto negativo do Instagram em adolescentes, mas que demorou a intervir neles por medo de perder engajamento em seus sites.

A resposta oficial do Facebook, disponibilizada em postagem no blog oficial da plataforma, mostra algumas das acusações publicadas pelo TWJ de forma mais positiva, focando não na ação tardia da empresa, mas sim nas iniciativas tomadas contra esses conteúdos, como a remoção de 20 milhões de postagens com informações falsas sobre a pandemia e a vacinação e o bloqueio de 3 bilhões de contas falsas no primeiro semestre de 2021.

Fonte: Canaltech

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