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Facebook afirma que espiões do Irã atacaram funcionários da Defesa

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A espionagem acontecia por meio de contas falsas que simulavam ser de recrutadores ou empregados da empresa para enganar seus alvos, segundo o chefe de investigações de ciberespionagem, Mike Dvilyanski

O Facebook afirmou ter interrompido, nesta quinta-feira (15), uma operação de espionagem sediada no Irã contra trabalhadores dos setores de Defesa e aeroespacial na Europa e Estados Unidos.

A espionagem acontecia por meio de contas falsas que simulavam ser de recrutadores ou empregados da empresa para enganar seus alvos, segundo o chefe de investigações de ciberespionagem, Mike Dvilyanski.

"Este esforço era altamente orientado", disse em uma conferência telefônica.

"É difícil saber quanto sucesso a campanha teve, mas possui todas as características dinâmicas de uma operação com ótimos recursos", acrescentou.

Alguns dos códigos maliciosos usados foram desenvolvidos por Mahak Rayan Afraz, uma empresa tecnológica de Teerã vinculada à Guarda Revolucionária Islâmica, segundo Dvilyanski.

O Facebook eliminou 200 contas que considerou que eram usadas para enganar trabalhadores de empresas de defesa ou aeroespaciais e levá-los para sites dissociados da rede social, como falsos sites de trabalho.

O grupo ao qual se referia como "Tortoiseshell" concentrou suas atividades no Oriente Médio até o ano passado, quando começou a focar especialmente nos Estados Unidos, disse Dvilyanski.

"O grupo usou táticas maliciosas para identificar alvos e infectar seus aparelhos com programas que permitiam a espionagem", afirmou David Agranovich, outro responsável de segurança cibernética do Facebook.

Os programas maliciosos foram pensados para coletar informações que incluíam credenciais de usuários de e-mail ou de redes sociais, segundo Dvilyanski.

O Facebook afirmou que detectou menos de 200 usuários afetados pela manobra e que todos já estão cientes do engano.

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