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Facebook é a mais nova empresa a alcançar US$ 1 trilhão de valor de mercado

·3 minuto de leitura

O Facebook chegou nesta segunda-feira (28) a US$ 1 trilhão em valor de mercado e se tornou a quinta empresa americana do mercado de tecnologia a atingir esse patamar. As ações da rede social encerraram o pregão em alta de 4,18% após uma decisão judicial favorável, com a dispensa de uma ação de monopólio movida pela Comissão Federal do Comércio (FTC, na sigla em inglês), que poderia obrigar a gigante a vender o Instagram e o WhatsApp.

Com o mensageiro e a rede social aprovadamente sob seus domínios, os papéis do Facebook fecharam valendo US$ 355,64 cada, em um pico considerável para uma companhia que não vinha necessariamente brilhando ao longo das últimas semanas. As ações vinham em um movimento lento, mas consistente de altaser apontado por especialistas do mercado financeiro como um bom caminho para o trilhão, mas a expectativa era que a marca só fosse atingida em alguns meses.

Com a alta de mais de 4%, entretanto, veio o resultado rápido, com o Facebook sendo avaliado em US$ 1,01 trilhão ao fim do dia. A rede social também se une a um clube do qual também fazem parte a Alphabet (US$ 1,67 trilhão), a Amazon (US$ 1,74 trilhão) e as duas únicas do mundo da tecnologia a estarem na casa dos US$ 2 trilhões, Microsoft (US$ 2,02 tri) e Apple (US$ 2,25 tri).

Deste clube das cinco, o Facebook também é a empresa mais jovem de todas, sendo a única a ter sido fundada nos anos 2000, mais precisamente, em 2004 — a Alphabet é de 2015, mas sua gênese no Google, aberto em 1998, a torna mais velha. A expectativa é que este não seja um pico momentâneo e, salvo imprevistos, a rede social deve seguir na trajetória lenta de subida, mas agora acima do trilhão, embora oscilações sejam possíveis. Nesta terça-feira (29), as ações são negociadas com uma retração de 1,26%, um patamar que leva a empresa a valer US$ 995 bilhões, sem o patamar trilionário.

<em>Decisão judicial favorável ao Facebook gerou pico de valorização nas ações da empresa, levando valor de mercado acima do US$ 1 trilhão pela primeira vez (Imagem: Captura de tela/Felipe Demartini/Canaltech)</em>
Decisão judicial favorável ao Facebook gerou pico de valorização nas ações da empresa, levando valor de mercado acima do US$ 1 trilhão pela primeira vez (Imagem: Captura de tela/Felipe Demartini/Canaltech)

A decisão judicial emitida nesta segunda foi um alívio para o mercado financeiro e, com certeza, também para Mark Zuckerberg. Na visão do juiz James E. Boasberg, o FTC não apresentou provas suficientes para definir o Facebook como um monopólio, no que toca a compra do Instagram e do WhatsApp. Com isso, a ação oficial sobre o tema foi dispensada, o que dissipou temores sobre a necessidade de vendas, desmembramentos ou reduções de parcelas de controle.

No caso, o FTC alegava que, ao concentrar o comando das três redes sociais, a companha controlaria também uma fatia de mais de 60% do mercado de redes sociais. Além disso, a queixa apontava as conexões e interoperabilidade entre as três aplicações como uma forma de forçar usuários a criar contas em todos os serviços, em uma segunda alegação que também foi dispensada pelo juiz por falta de sustentação, além do fato de que, em alguns casos, a conectividade entre os apps era antiga o suficiente para não poder ser mais assunto de uma disputa desse tipo.

Com a decisão de Boasberg, caiu por terra outro processo movido por uma coalizão de procuradores gerais dos Estados Unidos, também sobre acusações de práticas monopolistas contra o Facebook. Na visão do juiz, no caso de serviços gratuitos de rede social, é difícil estabelecer o que é um monopólio, por se tratar de um mercado altamente competitivo e de movimento rápido, no qual o ritmo de uso das pessoas pode mudar de uma hora para outra, indicando que, antes de novas ações, é preciso que o governo firme as bases sobre o que, exatamente, pode ser considerado irregular.

A derrubada das alegações da FTC não necessariamente significa o fim do processo, apesar de representar um belo sinal para o Facebook. A Comissão tem até o dia 29 de julho para apresentar uma nova sustentação, com argumentos adicionais sobre o que afirma ser um domínio indevido da empresa sobre o mercado. A companhia não comentou a decisão publicamente, nem a obtenção da marca de US$ 1 trilhão em valorização de mercado.

Fonte: Canaltech

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