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Facebook é acusado de discriminação e racismo após apagar fotos históricas

·2 minuto de leitura
Facebook é acusado de discriminação e racismo após apagar fotos históricas
Facebook é acusado de discriminação e racismo após apagar fotos históricas

O Facebook está sendo acusado de comportamento discriminatório e racista após excluir fotos históricas de um grupo que publica imagens de arquivo de povos originários de Papua-Nova Guiné. De acordo com os administradores do grupo, que tem mais de 55 mil membros, imagens mostrando roupas ou cerimônias tradicionais foram excluídas sob a alegação de conterem nudez.

Contudo, fotos publicadas na mesma comunidade que mostravam nudez de pessoas brancas não foram excluídas, o que motivou os administradores a pedir para que o Facebook reconsidere seus padrões de comunidade. A proposta do grupo é que os usuários postem fotos históricas e seus respectivos contextos, a fim de valorizar a história do pequeno país, que fica na Oceania.

Uma das imagens removidas do Facebook por violar padrões de comunidade. Crédito: Arquivo Nacional da Austrália
Uma das imagens removidas do Facebook por violar padrões de comunidade. Crédito: Arquivo Nacional da Austrália

Contudo, os usuários têm se queixado de censura por parte do Facebook, acusando a rede social de deletar algumas das fotos postadas, além de proibir alguns usuários de postar. Um dos administradores, Arthur Smedley, classificou a política da rede social como “ridícula”, após um de seus colegas, Peter Tate, ter sido banido, supostamente, por postar uma foto de um grupo de homens com o peito nu e sem cobertura na parte superior de seus corpos.

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“Para mim, isso significaria para nós que seríamos proibidos de postar imagens de homens indo à praia durante o verão”, disse Smedley ao jornal britânico The Guardian. “Alguns usuários disseram que consideraram essas proibições discriminatórias e racistas, que se posicionam contra as atividades culturais tradicionais”. Para o administrador, a alegação de que a exclusão é uma espécie de censura faz sentido.

“Dá para ver como racismo uma empresa americana estar discriminando esse grupo de pessoas, dizendo que essas fotos estão proibidas de nosso grupo”, declarou o rapaz.

Facebook alega erro

Em resposta, um porta-voz do Facebook disse que as fotos foram apagadas por um erro e serão paulatinamente restauradas. “As fotos deste grupo foram removidas por engano por um sistema automatizado, mas agora foram restauradas. Pedimos desculpas por esse erro”, declarou o assessor em nota enviada ao jornal.

Os padrões de comunidade do Facebook são aplicados por uma combinação de inteligência artificial baseada em algoritmos, relatórios de usuários e avaliações manuais de suas equipes. As avaliações manuais têm a função de aplicar exceções na aplicação dos padrões caso o conteúdo seja “digno de notícia, significativo ou importante para o interesse público”.

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