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Fabricantes de avião alertam governo dos EUA sobre perigos do 5G

·2 min de leitura

Airbus e Boeing, duas das maiores fabricantes de aviões do mundo, estão preocupadas com os riscos que a implementação da tecnologia 5G levarão à aviação. E resolveram agir em conjunto.

Os altos executivos das companhias enviaram uma carta ao governo dos Estados Unidos solicitando que o país adie o início da utilização do espectro sem fio na Banda C, atualmente marcado pela AT&T e pela Verizon para começar no dia 5 de janeiro.

Segundo os representantes das fabricantes, o uso do 5G poderá ter um enorme impacto negativo na indústria da aviação e aumentar o risco de acidentes aéreos. “A interferência 5G pode afetar adversamente a capacidade da aeronave de operar com segurança”, alertaram Dave Calhoun, da Boeing; e Jeffrey Knittel, da Airbus, em uma carta conjunta ao secretário de Transportes dos EUA, Pete Buttigieg.

“A Airbus e a Boeing têm trabalhado com outras partes interessadas da indústria da aviação nos Estados Unidos para entender a potencial interferência 5G com altímetros de rádio”, complementou o chefe da Airbus.

Preocupação com influência do 5G na aviação é antiga (Imagem: Sonia Nadales/Unsplash/CC)
Preocupação com influência do 5G na aviação é antiga (Imagem: Sonia Nadales/Unsplash/CC)

Preocupação com o 5G é antiga

O posicionamento da Airbus e da Boeing em relação ao 5G e os possíveis efeitos na aviação não é novo e nem exclusivo das empresas. A discussão já vem de longa data, inclusive com a participação da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês).

Recentemente, a FAA alertou que temia “grandes interrupções no uso do Sistema Espacial Nacional com o lançamento do 5G” e uma possível “redução drástica” da capacidade operacional da aviação do país.

Agora, terá de correr para lidar com mais essa situação, pois as operadoras de telecomunicações não parecem dispostas a ceder e adiar, mais uma vez, o início da instalação do 5G.

“Um atraso causará danos reais. Um atraso na implantação em um ano subtrairia US$ 50 bilhões em crescimento econômico, assim como nosso país se recupera e se reconstrói da pandemia", disse Meredith Attwell Baker, executiva-chefe da CTIA, setor de telecomunicações sem fio dos Estados Unidos. Segundo o órgão, o uso do espectro C pela rede 5G é totalmente seguro.

"As redes podem atuar sem causar interferência prejudicial ao equipamento de aviação”, comentou a CTIA, alegando que o uso já está em prática em pelo menos 40 países.”Qualquer atraso na ativação deste espectro coloca em risco a competitividade da América”, concluiu a entidade.

Fonte: Canaltech

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