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Com Wajngarten desgastado, Bolsonaro deve dar comando da Secom a militar

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Desgastado, Fábio Wanjngarten pode deixar comando da Secom ainda nessa quinta-feira (25) - Foto: Andre Borges/NurPhoto via Getty Images
Desgastado, Fábio Wajngarten pode deixar comando da Secom ainda nessa quinta-feira (25) - Foto: Andre Borges/NurPhoto via Getty Images

O governo de Jair Bolsonaro (sem partido) deve contar com mais um militar em seu quadro. Isso porque o presidente teria decidido trocar o comando da Secom (Secretaria de Comunicação Social) da Presidência da República, hoje chefiada pelo empresário Fabio Wajngarten, por mais um fardado. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo nessa quinta-feira (25).

O plano de Bolsonaro seria colocar a comunicação do seu governo sob o comando do almirante Flávio Rocha, que atualmente chefia a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE).

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De acordo com o jornal, a mudança pode ser anunciada ainda nessa quinta. Mesmo deixando o cargo, Wajgarten não deve sair de "mãos abanando", como costuma ocorrer com membros que deixam o governo Bolsonaro. Ele deve assumir o cargo de assessor especial da Presidência da República. 

Wajgarten, que é amigo próximo dos filhos do presidente, está desgastado após diversos atritos envolvendo a polícia de comunicação defendida por ele, sobretudo durante a crise sanitária da pandemia do novo coronavírus.

Bolsonaro tem sido criticado pelo alto número de militares nomeados na sua gestão. O general Eduardo Pazuello, que chefia atualmente o Ministério da Saúde, é visto como uma das escolhas mais equivocadas do presidente.

Mais recentemente, Bolsonaro divulgou que nomeará Joaquim Silva e Luna, general da reserva do Exército, como o novo presidente da Petrobras. O anúncio gerou reações negativas por parte do mercado e fez a empresa perder bilhões de reais em um curto espaço de tempo.