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Fôlego com saídas, mas grandes problemas: finanças do Vasco às vésperas da posse de Jorge Salgado

Felippe Rocha
·2 minuto de leitura


O campeonato não acabou, mas o ano virou e, com ele, a proximidade do início do mandato de Jorge Salgado como presidente do Vasco. O presidente que vai herdar, após posse prevista - mas ainda não marcada - para semana que vem um time lutando contra o rebaixamento e um clube com graves problemas financeiros. Mas que teve recente fôlego com a diminuição na folha salarial após o último dezembro.

As saídas de jogadores como Breno, Ramon, Bruno Cosendey, Fellipe Bastos e Ribamar, mais dirigentes e funcionários do departamento de futebol, como André Mazzuco e Paulo César Gusmão, reduziram os custos em cerca de R$ 700 mil. Isso de um mês para o outro, mas não significa que as coisas estão tão facilitadas assim para a nova gestão.

Tanto que os atrasos nos pagamentos persistem. Em tese, o clube deve, aos funcionários e jogadores, os salários relativos a novembro, dezembro e o 13º. Na prática, por acordo interno, a folha do último mês vence somente no dia 20 do seguinte. Dois meses em atraso, de todo modo.

Aos olhos externos, a situação é um pouco menos pior à que Alexandre Campello encontrou três anos atrás. Os três meses de atraso, e o risco de perda de ativos, bateram na porta diversas vezes no mandato que está encerrando. Por outro lado, a atual diretoria chegou a celebrar mais folhas salariais pagas do que meses da gestão.

Isso sem contar outras dívidas, que se avolumam nas centenas de milhões de reais. A transição tem ocorrido, mas o grupo de Jorge Salgado tem uma missão evidente: apagar o incêndio financeiro assim que assumir o clube.

Na Justiça
A posse está prevista para semana que vem, embora ainda não tenha sido marcada. Jorge Salgado entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF), contra um movimento do partido Solidariedade. A decisão mais recente da Justiça definiu Salgado como o sucessor de Alexandre Campello, mas os bastidores seguem quentes em São Januário.