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Fósseis de criaturas marinhas bizarras de 500 milhões de anos estão ressurgindo

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Fósseis de criaturas marinhas bizarras de 500 milhões de anos estão ressurgindo
Fósseis de criaturas marinhas bizarras de 500 milhões de anos estão ressurgindo

Um grupo de arqueólogos descobriu uma série de criaturas marinhas bizarras que datam de mais de 500 milhões de anos. Esses resquícios foram recolhidos de um depósito chamado Haiyan Lagerstätte, em Kunming, na China, e estão bastante preservados para a idade que têm. A maior parte desses fósseis são animais marinhos estranhos, a maioria deles invertebrados de corpo mole.

A escavação foi liderada pelo biólogo da Universidade de Yunnan, na China, Xianfeng Yang, que coletou nada menos do que 118 espécies, sendo 17 delas recém-descobertas, do local. A análise dos fósseis foi feita em conjunto com o gerente de coleções do Museu e Galeria de Arte de Ciências Minerais da Universidade Penn State, nos Estados Unidos, Julien Kimmig.

Segundo os pesquisadores, esses fósseis são especialmente bizarros, já que não são só formas de vida estranhas que ficaram congeladas por mais de 500 milhões de anos, mas também são invertebrados de corpo mole, que frequentemente se decompõem antes mesmo de ter a chance de se fossilizar, o que faz deles um achado bem raro.

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Kimming acredita que esses organismos podem ter sido surpreendidos por algum evento extraordinário que os mataram, como uma mudança nos níveis de oxigênio da água, seguida por um rápido soterramento por sedimentos, como um deslizamento de lama submarino causado por uma tempestade ou algo parecido.

Bem conservados

O pesquisador acredita que isso foi primordial para preservar os organismos tão bem quanto eles estão nesse depósito em Lagerstätte, uma vez que eles podem ter sido enterrados muito rapidamente, com nenhuma oferta de oxigênio. Em relação à grande quantidade de indivíduos, Kimming acredita que isso se deva ao fato de que o local era um refúgio usado para reprodução.

Fóssil de um Maotianshania cylindrica
Parte dos fósseis encontrados eram de indivíduos jovens. Crédito: Xianfeng Yang

Outra hipótese é de que o local que hoje é Haiyan Lagerstätte poderia ter sido invadido por essas criaturas um pouco antes do evento que as prendeu lá. Ou seja, esse evento não foi mortal para essas espécies, e elas conseguiram prosperar nesse ambiente novo, um fato que talvez explique a razão de haver um grande número de indivíduos jovens dentro do depósito.

Apesar de os peixes, vermes, insetos e crustáceos primitivos que viviam no que hoje é Haiyan Lagerstätte já estejam há muito extintos, eles podem nos dar uma luz para o entendimento de como a vida vegetal e animal evoluiu durante o período Cambriano, que corresponde ao período entre 542 milhões e 488 milhões de anos.

Com informações do SyFy

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