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Fórum de servidores públicos planeja campanha na TV contra reforma administrativa

CAMILA MATTOSO
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BRASILIA, DF,  BRASIL,  07-09-2020, 10h00: O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado da primeira dama Michelle Bolsonaro, do vice presidente Hamilton Mourão, do presidente do STF ministro Dias Toffoli, do presidente do senado senador Davi Alcolumbre e de várias autoridades e ministros de estado, durante cerimônia de hasteamento da bandeira em comemoração ao dia da Independência, na área externa do Palácio da Alvorada. Devido à pandemia do novo Coronavírus, o tradicional desfile de 7 de setembro foi cancelado e foi montada uma cerimônia reduzida no palácio da Alvorada. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)
BRASILIA, DF, BRASIL, 07-09-2020, 10h00: O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado da primeira dama Michelle Bolsonaro, do vice presidente Hamilton Mourão, do presidente do STF ministro Dias Toffoli, do presidente do senado senador Davi Alcolumbre e de várias autoridades e ministros de estado, durante cerimônia de hasteamento da bandeira em comemoração ao dia da Independência, na área externa do Palácio da Alvorada. Devido à pandemia do novo Coronavírus, o tradicional desfile de 7 de setembro foi cancelado e foi montada uma cerimônia reduzida no palácio da Alvorada. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Fonacate (Fórum Nacional Permanente das Carreiras Típicas de Estado), que reúne 32 entidades de servidores públicos, planeja colocar uma campanha na TV e nas redes sociais contra a reforma administrativa que Jair Bolsonaro (sem partido) enviou ao Congresso.

A medida se somará ao corpo a corpo junto aos parlamentares e no próprio governo para barrar mudanças no funcionalismo. O fórum vai se reunir com outras associações nesta semana para elencar os trechos da PEC a serem enfrentados.

O presidente do Fonacate, Rudinei Marques, pediu orçamentos para pôr a ofensiva de comunicação na rua. A proposta de Emenda à Constituição que desembarcou no Parlamento já chegou desidratada devido a pressões de deputados e servidores, mas Marques vê clima no Legislativo para mexer bastante no texto.

Ao menos 30 pontos da PEC devem ser questionados. Entre eles, itens da espinha dorsal do projeto, como o fim da estabilidade para um grupo de servidores, a diferença de regimes jurídicos de contratação e o vínculo de experiência no estágio probatório.

Segundo Marques, se aprovada como está, o receio é que funcionários públicos fiquem sujeitos a pressões por medo de demissão. “É um perigo. Pode gerar aumento de ingerência política, é o que queremos evitar", diz.

Nesta semana, a reforma administrativa será debatida em reunião da Fonacate com outras diversas associações que representam servidores federais, estaduais e municipais.