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Exterior positivo e expectativa com reforma levam juros futuros a cair

Lucas Hirata
·2 minuto de leitura

As taxas dos juros futuros chegam no fim da sessão regular desta segunda-feira com leve queda em boa parte da curva a termo. Uma combinação de exterior mais positivo e expectativa com a retomada de agenda de reformas contribuíram para o ajuste. Ainda que os analistas vejam com ceticismo a aprovação de uma reforma tributária neste ano, existe uma melhora na confiança sobre os esforços para manter as contas públicas em xeque. Às 16h, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 era negociada a 2,025% (2,03% no ajuste anterior), enquanto a do DI para janeiro de 2022 marcava 2,91% (2,95% no ajuste anterior) e a do DI para janeiro de 2023 oscilava a 3,99% (4,03% no ajuste anterior). Já a do DI para janeiro de 2025 operava a 5,47% (5,49% no ajuste anterior) e a do DI para janeiro de 2027 marcava 6,28% (6,29% no ajuste anterior). Analistas atribuem grande parte da redução do prêmio ao ambiente mais favorável no exterior, com juros baixos e excesso de liquidez. No entanto, há também o elemento local que contribui para o movimento. A expectativa com a retomada de agendas econômicas foi renovada com a promessa do governo em entregar a proposta para a reforma tributária nesta semana. Para o economista-chefe da JGP, Fernando Rocha, a iniciativa é vista com bons olhos, mesmo que seja simplificada. “Os assuntos não avançam no Congresso se o governo não se envolver”, resume o profissional. Ele explica que não espera aprovação neste ano, porque é uma matéria controversa e que traz muita mobilização de setores prejudicados. “No entanto, é preciso avançar nessa matéria e fazer a discussão o quanto antes. Acho que para o ano que vem, pode ser que consigamos aprovar alguma coisa”, acrescenta. Dessa forma, aos poucos, a agenda positiva vai sendo retomada. “A pandemia travou as discussões por alguns meses. Com a normalização gradual da economia, é saudável retomar o debate das reformas. Vejo, contudo, que a pandemia trouxe a discussão de como sair do auxílio emergencial – o ‘corona voucher’ - e tudo indica que caminhamos para uma proposta de renda mínima, que aumenta os gastos do Bolsa Família. A dificuldade para mim é como financiar esse aumento de gastos sem ferir o Teto”, alerta.