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Extensões em navegadores devem ser padronizadas pelas empresas

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Extensões em navegadores devem ser padronizadas pelas empresas
Extensões em navegadores devem ser padronizadas pelas empresas

Nem sempre todas as extensões estão disponíveis para todos os principais navegadores do mercado. Além disso, muitas vezes existem diferenças entre as versões e até mesmo no tamanho. Para tentar reduzir isso, Google, Microsoft, Apple e Mozilla anunciaram na última sexta-feira (4) a criação de um grupo com o objetivo de padronizar as extensões.

O WebExtensions Community Group (WECG) quer tornar as funcionalidades e permissões de cada extensão comuns em todos os quatro navegadores. Para isso, a arquitetura de alguns programas deve sofrer modificações.

Navegadores integrados

Apesar disso, o WECG informou que não vai impedir os navegadores de desenvolverem funções exclusivas para seus usuários. “Cada fornecedor continuará a operar sua loja de extensões de forma totalmente independente, com suas próprias políticas técnicas, de revisão e editoriais”, diz o comunicado divulgado pelo grupo.

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Os engenheiros de cada empresa vão poder conversar no fórum para discutirem ideias e criaram padrões para o desenvolvimento de plugins. O objetivo, com isso, é aumentar o número de usuários que usam extensões.

Apesar do anúncio, ainda não há um prazo para quando o Chrome, Safari, Firefox e Edge vão passar a compartilhar as informações. Não é a primeira vez que isso é discutido. Em 2010, o Opera (que não está no grupo) já havia falado em unificar as extensões com o navegador do Google.

Em 2020, durante a WWDC, a Apple disse que passaria a dotar o padrão do Chrome em extensões. O Microsoft Edge também utiliza o modelo do Google. Isso deve facilitar a integração entre os navegadores.

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