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Exportações da China aceleram em setembro apesar de crise de energia

·1 minuto de leitura
Caminhão carregando contêiner em centro de logística perto do porto de Tianjin, China

Por Stella Qiu e Gabriel Crossley

PEQUIM (Reuters) - O crescimento das exportações da China acelerou inesperadamente em setembro, uma vez que a demanda ainda sólida compensou parte da pressão sobre as fábricas com a escassez de energia, gargalos de oferta e o ressurgimento de casos domésticos de Covid-19.

As exportações saltaram 28,1% em setembro sobre o ano anterior, contra avanço de 25,6% em agosto. Analistas consultados pela Reuters previam alta de 21%.

"As exportações continuaram a ter desempenho superior e a acelerar, mesmo depois de retirado o impacto dos efeitos base", disse Erin Xin, economista do HSBC.

Outros analistas disseram que o racionamento de energia em setembro pode não ter afetado ainda as exportações, mas pode restringir a produção e inflar os custos para os fabricantes chineses nos próximos meses.

Já as importações da China em setembro subiram 17,6%, contra expectativa de aumento de 20% em pesquisa da Reuters e crescimento de 33,1% no mês anterior.

"Os detalhes mostraram queda generalizada em todos os tipos de bens, embora tenha sido particularmente pronunciada em semicondutores", destacou Julian Evans-Pritchard, economista sênior da Capital Economics.

A China registrou superávit comercial de 66,76 bilhões de dólares em setembro, contra expectativa na pesquisa de 46,8 bilhões de dólares e excedente de 58,34 bilhões em agosto.

(Reportagem adicional de Colin Qian)

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