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Exportação de carne bovina do Brasil recua 4% em outubro, diz Abrafrigo

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Processamento de carne bovina em frigorífico em Santana de Parnaíba (SP)
Processamento de carne bovina em frigorífico em Santana de Parnaíba (SP)

SÃO PAULO (Reuters) - As exportações de carne bovina do Brasil recuaram 4% em outubro em relação a igual período do ano passado, totalizando 189.575 toneladas se considerados os produtos in natura e processados, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) nesta segunda-feira.

As receitas com os embarques da proteína também diminuíram na comparação anual, somando 790 milhões de dólares no período, queda de 8%, acrescentou a Abrafrigo, citando dados compilados junto à Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

No acumulado do ano até outubro, porém, as exportações ainda registram crescimento de 9% em volumes e de 16% em receitas ante igual período de 2019, com movimentações de 1,65 milhão de toneladas e saldo de 6,8 bilhões de dólares, disse a entidade.

"A China, através de suas importações pelo continente e pela cidade estado de Hong Kong continua alavancando este crescimento", afirmou em nota a Abrafrigo, que contabilizou vendas de 948.168 toneladas para o país asiático nos dez meses do ano, alta de 51,6% no ano a ano, sendo 109 mil toneladas em outubro.

Entre os quatro maiores compradores da carne bovina brasileira, no entanto, apenas os volumes enviados à China avançaram no acumulado do ano, informou a Abrafrigo --as vendas ao Egito, segundo principal cliente, recuaram 27,4%, bem como as exportações para Chile (-25,6%) e Rússia (-16%), que aparecem na sequência da lista.

"No total, no acumulado até outubro, 82 países aumentaram suas compras enquanto outros 82 reduziram suas aquisições", frisou a entidade.

(Por Gabriel Araujo)