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Explosão de Redmi 6A pode ter matado mulher na Índia

Uma mulher pode ter morrido por causa da explosão de um Redmi 6A, em Nova Delhi, capital da Índia. O caso aconteceu na semana passada, e foi relatado pelo usuário @Mdtalk16 no Twitter.

Redmi 6A ficou completamente destruído com a explosão (Imagem: Twitter/@Mdtalk16)
Redmi 6A ficou completamente destruído com a explosão (Imagem: Twitter/@Mdtalk16)

Ele afirmou que sua tia foi encontrada morta em sua cama, após ter dormido próxima ao aparelho. Ela teria deixado o celular próximo ao rosto, e a explosão aconteceu em algum momento durante o sono.

O perfil ainda disse que o aparelho era utilizado apenas para ligações e para visualização de vídeos no YouTube, entre outras tarefas básicas. Ele também cobrou um posicionamento da marca, afirmando que “é responsabilidade da marca oferecer suporte”.

A Xiaomi já fez um pronunciamento oficial na própria postagem, por meio de seu perfil voltado para usuários indianos. A marca afirmou que uma investigação será iniciada para determinar as causas da explosão:

“Na Xiaomi Índia, a segurança do consumidor tem máxima importância, e levamos este assunto extremamente a sério. Neste momento, nosso time está tentando entrar em contato com a família afetada, para determinar a causa do acidente.”

Entretanto, a empresa não afirmou se os detalhes desta análise ficarão disponíveis ao público em algum momento, e nem deu prazos em relação a possíveis respostas para o caso.

Cliente cobrou suporte por parte da Xiaomi (Imagem: Imagem: Twitter/@Mdtalk16)
Cliente cobrou suporte por parte da Xiaomi (Imagem: Imagem: Twitter/@Mdtalk16)

O Redmi 6A foi oficializado em 2018, e não é mais vendido de forma oficial pela Xiaomi. Entretanto, o dispositivo ainda pode ser encontrado em marketplaces e diversas lojas do tipo — até o momento, não há nenhuma restrição à comercialização do smartphone.

Celular e sono não combinam

Especialistas já indicaram anteriormente que não é recomendável dormir próximo a um celular, especialmente com ele embaixo do travesseiro. Nestes casos, o risco de superaquecimento é potencializado — e, consequentemente, de explosão.

Vários outros problemas estão relacionados ao conjunto celular + sono: além de poder prejudicar a visão e causar cansaço extra, o hábito pode ainda desenvolver a nomofobia, o medo de ficar sem celular.

Supostos efeitos prejudiciais da radiação emitida pelos celulares no cérebro humano ainda não foram comprovados pela ciência, mas mesmo assim o melhor é deixar o smartphone longe na hora do descanso!

Fonte: Canaltech

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