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Expectativas de aperto monetário mais agressivo faz dólar cair abaixo de R$ 5,40

·2 min de leitura

Com isso, a moeda brasileira vem apresentando o melhor desempenho entre as principais divisas globais em meio a expectativas crescentes de que o Banco Central endurecerá o ritmo de seu aperto monetário.

Às 16h27, o dólar recuava 1,63%, a 5,4014, depois de chegar a tocar 5,319 reais na mínima do dia.

A queda do dólar frente ao real vai na contramão de outras moedas internacionais. Apesar dos dados de inflação mais fortes do que o esperado dos Estados Unidos, o dólar segue subindo frente a outros pares internacionais.

Uma das exceções tem sido o real, que vem apresentando desempenho muito superior ao de alguns de seus principais pares emergentes.

Política monetária

A subida do real reflete as expectativas de que o Banco Central pode intensificar seu atual ritmo de elevação de juros, uma vez que dados domésticos sobre os preços ao produtor continuam a surpreender para cima.

Na quarta-feira, o IBGE informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 1,25% em outubro, após alta de 1,16% no mês anterior, alcançando a maior variação para o mês desde 2002 (1,31%). Em 12 meses, a alta foi de 10,67%, resultado mais forte desde janeiro de 2016 (+10,71%).

A meta de inflação para o ano que vem é de 3,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. 

Atualmente a taxa Selic está em 7,75% ao ano, após o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC promover alta de 150 pontos-base em seu último encontro.

Com os juros mais altos, a tendência é de que os títulos de renda fixa fiquem mais atraentes, o que contribui para aumentar a demanda por real e, consequentemente, diminuir a pressão sobre a moeda nacional.

PEC dos Precatórios

Investidores também estão atentos aos trâmites em torno da PEC dos Precatórios. 

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que ficará a cargo da relatoria da proposta na Casa, afirmou que há chances dos senadores manterem o texto aprovado pela Câmara. Ele não descartou, no entanto, que o projeto possa ser aprimorado.

Aprovada em segundo turno na terça-feira pela Câmara, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) modifica a regra de pagamento dos precatórios – dívidas do governo cujo pagamento foi determinado pela Justiça – e altera o prazo de correção do teto de gastos pelo IPCA.

Em relatório desta quinta-feira (11/11), o Bradesco disse que “a aprovação da PEC dos Precatórios na Câmara removeu parte das incertezas do cenário fiscal, mesmo com o prosseguimento da proposta no Senado, o que ajuda a explicar também a dinâmica dos mercados locais, especialmente a curva de juros e taxa de câmbio.”

This article was originally posted on FX Empire

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