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Expectativa de disponibilização de mais 15 milhões de doses até fevereiro reduz risco de ‘apagão’ na vacinação

·2 minuto de leitura
Foto: REUTERS/Amanda Perobelli
Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

O temor de haver um “apagão” da vacinação no Brasil devido à falta de doses diminuiu nesta segunda-feira (25) com a notícia de que Índia e China sinalizaram com a liberação do envio de mais insumos e de imunizantes prontos contra a Covid-19.

O governo federal recebeu um aceno de que poderá contar em breve com mais 10 milhões de doses prontas da vacina de AstraZeneca/Oxford, além dos produtos necessários à fabricação da CoronaVac no Brasil. O Instituto Butantan (SP) informou que, com os 5.400 litros de insumos prometidos pela China, poderá fazer 5 milhões de doses em 20 dias. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse, em uma rede social, que o prazo para a chegada do insumo farmacêutico ativo (IFA) seria “até o final desta semana”.

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O Instituto Serum, produtor das vacinas AstraZeneca/Oxford na Índia, revelou à CNN que há negociações em estágio avançado com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para o envio ao Brasil de novos imunizantes. A fundação, que havia comunicado sobre seu interesse em um novo lote há 15 dias, fez um pedido oficial na semana passada e agora mantém contato diário com o departamento de exportação. O país recebeu, na última sexta-feira, dois milhões de doses da vacina de Oxford para uso emergencial.

Em nota, a Fiocruz assinalou que não há “quantitativo acertado” sobre as doses que serão importadas, mas um dos diretores-executivos da empresa, Suresh Jadhav, adiantou que o país poderá contar com mais 10 milhões de doses.

De acordo com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que coordena a temática de vacina no Fórum Nacional de Governadores, o Ministério da Saúde confirmou que as doses negociadas chegariam ao Brasil no dia 8 de fevereiro. Jadhav, por sua vez, afirmou que o lote aterrissaria no país, no mais tardar, até fevereiro. O governo indiano adotou a política de priorizar o atendimento aos países vizinhos e outros que ainda não tenham acesso à vacina contra Covid.

Também vieram boas notícias no front chinês, onde o governo federal negocia IFAs para a fabricação de imunizantes da CoronaVac — que conta com 10,8 milhões de doses já sendo aplicadas em território nacional desde o dia 17 de janeiro, também aprovadas para uso emergencial — e da vacina AstraZeneca/Oxford, que será produzida na Fiocruz. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta segunda-feira no Twitter que o material necessário para a produção da CoronaVac chegará ao Brasil “nos próximos dias”.