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Exército ameaça adotar meio expediente por falta de alimentos; inflação é a 'culpada'

·1 minuto de leitura
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Colunista diz que pode faltar arroz e feijão nos próximos dois dia (Getty Image)
  • Em nota, instituição afirmou que a alta nos preços causou desabastecimento de alimentos

  • Oficiais cogitam adotar meio expediente caso não consigam comprar comida suficiente para os quartéis

  • Nota divulgada culpa a pandemia e a má gestão da economia pelo aumento dos valores dos produtos

O governo Bolsonaro se elegeu com discursos que exaltavam o exército brasileiro. No entanto, o aumento dos preços do alimento durante a gestão de Jair pode ameaçar a alimentação dos quarteis nos próximos dias. 

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Em uma nota enviada portal Metrópoles, os quartéis da Força em Brasília (DF) dizem estar sem suprimentos, o que poderia ocasionar a necessidade de diminuir o expediente de trabalho pela metade.

“Aspectos conjunturais, como a pandemia da Covid-19, associada ao atual cenário da economia, têm ocasionado uma variação significativa de valores de diversos itens a serem adquiridos”, diz a nota. “Isso provocou o desabastecimento de alguns gêneros alimentícios”.

De acordo com o colunista Guilherme Amado, falta óleo de cozinha. Já o arroz e feijão devem acabar em dois dias. 

Os oficiais culpam a pandemia e a má gestão da economia pelo aumento dos valores dos produtos, mas não citam nomes dos responsáveis pela crise.

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