Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.095,53
    +537,86 (+0,50%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.056,27
    +137,99 (+0,27%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,59
    +0,23 (+0,32%)
     
  • OURO

    1.785,50
    0,00 (0,00%)
     
  • BTC-USD

    50.402,60
    -343,79 (-0,68%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.319,53
    +14,41 (+1,10%)
     
  • S&P500

    4.701,21
    +14,46 (+0,31%)
     
  • DOW JONES

    35.754,75
    +35,32 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.337,05
    -2,85 (-0,04%)
     
  • HANG SENG

    23.996,87
    +13,21 (+0,06%)
     
  • NIKKEI

    28.870,83
    +10,21 (+0,04%)
     
  • NASDAQ

    16.377,75
    -14,50 (-0,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2796
    +0,0055 (+0,09%)
     

Exercícios físicos são uma excelente arma na prevenção do Alzheimer

·2 min de leitura

Um estudo publicado na Journal of Neuroscience na última segunda-feira (22) sugere que a exercícios físicos são capazes de alterar a atividade das células imunológicas do cérebro, o que reduz a inflamação, e consequentemente protege do Alzheimer. Para chegar a essa descoberta, os pesquisadores da Rush University (EUA) analisaram a rotina de exercícios e o cérebro post-mortem de 167 pessoas.

De acordo com o estudo — intitulado Rush Memory and Aging Project — as micróglias (um tipo de célula do sistema nervoso central que inspeciona o tecido cerebral em busca de danos ou infecções e remove detritos ou células mortas) podem ser ativadas de maneira inadequada conforme a pessoa envelhece, causando inflamação cerebral, razão pela qual a função cerebral declina com a idade, e a situação é ainda mais prejudicial no caso de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. A pesquisa aponta que os exercícios podem reduzir a ativação microglial e melhorar função cognitiva no cérebro humano.

Exercícios físicos protegem do alzheimer

Estudo relaciona exercícios físicos com a redução da ativação inadequada das micróglias (Imagem: Pressmaster/envato)
Estudo relaciona exercícios físicos com a redução da ativação inadequada das micróglias (Imagem: Pressmaster/envato)

Os pesquisadores analisaram o tecido cerebral em busca de evidências de micróglias ativadas e de sinais de doenças, como vasos sanguíneos prejudiciais ou a presença de placas contendo a proteína beta-amiloide (toxina comum no Alzheimer). Concentraram-se, também, nos níveis de proteínas sinápticas, uma vez que seus níveis indicam se a função cerebral está saudável ou não.

Os participantes tinham, em média, 86 anos no início do estudo, e cerca de 90 anos quando morreram. A análise póstuma revelou que 60% do grupo apresentava sinais de Alzheimer no cérebro. O estudo concluiu que, quanto mais ativos fisicamente eram os participantes, melhor era sua função motora, mesmo com os sinais de Alzheimer, o que sugere que a atividade física pode reduzir os efeitos prejudiciais da inflamação no cérebro mesmo quando a doença já começou a se desenvolver.

Muitos olhares estão voltados ao Alzheimer ultimamente, e empresas já começaram a testar uma potencial vacina contra a condição neurodegenerativa. Em julho, a Alzheimer's Association International Conference fez uma estimativa de que o número de casos de Alzheimer no mundo devem simplesmente triplicar até 2050, com direito a 152 milhões de casos.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos