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Exercícios físicos reduzem risco de morte, segundo novo estudo

Exercícios físicos podem reduzir o risco de morte, conforme aponta um estudo publicado na revista científica Circulation. Os autores analisaram mais de 100 mil pessoas em um período de 30 anos, e descobriram que quem realizou duas a quatro vezes a quantidade recomendada de atividade física tiveram um risco 31% menor.

A redução no risco de morte foi de 21 a 23% para pessoas que praticavam duas a quatro vezes a quantidade recomendada de exercícios físicos. As recomendações atuais da American Heart Association envolvem 150 minutos por semana de exercícios aeróbicos de intensidade moderada ou 75 minutos por semana ou exercícios intensos.

“O impacto potencial da atividade física na saúde é grande, mas ainda não está claro se o envolvimento em altos níveis de atividade física prolongada, intensa ou moderada acima dos níveis recomendados oferece benefícios adicionais ou efeitos prejudiciais à saúde cardiovascular”, apontam os pesquisadores.

(Imagem: Graham Mansfield/Unsplash)
(Imagem: Graham Mansfield/Unsplash)

Para complementar, os participantes cujos dados foram examinados eram 63% do sexo feminino, e tinham uma idade média de 66 anos, além de um índice de massa corporal (IMC) médio de 26. Os envolvidos relataram suas atividades físicas através de um questionário, a cada dois anos.

Os questionários disponíveis ao público, atualizados e ampliados a cada dois anos, incluíam perguntas sobre informações de saúde, doenças diagnosticadas por médicos, histórico médico familiar e hábitos pessoais, como consumo de cigarro e álcool e frequência de exercícios.

Entre as atividades moderadas estão caminhadas, e as atividades intensas incluíram corrida, natação, ciclismo e outros exercícios aeróbicos. A conclusão da pesquisa é que adultos que realizaram o dobro da faixa atualmente recomendada de exercícios físicos tiveram o menor risco de mortalidade a longo prazo. Anteriormente, revelamos os efeitos estranhos (mas inofensivos) das atividades físicas no corpo humano.

Fonte: Canaltech

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