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Executivos da Ubisoft voltam a ser acusados de assédio sexual

·2 minuto de leitura

Executivos de alto escalão da Ubisoft estão sendo, mais uma vez, acusados de assédio sexual. Um processo aberto contra a empresa na justiça francesa, onde está a matriz da produtora, não apenas aponta o dedo para diversos dirigentes, como também afirma que a companhia promoveu uma cultura de abuso institucional, na qual atitudes contra os acusados e medidas para proteger os funcionários não eram tomadas.

A ação foi movida na corte da cidade de Bobigny em nome de dois ex-funcionários da companhia, bem como pelo Solidaires Informatique, o sindicato que representa os trabalhadores da indústria do entretenimento digital no país. Entre os executivos da Ubisoft citados nominalmente estão Cecile Cornet, que liderava o departamento de recursos humanos, Tommy François, antigo vice-presidente editorial da empresa, e Serge Hascoët, ex-diretor criativo; os três saíram da empresa em meados do ano passado, quando surgiram as primeiras acusações contra a companhia.

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Palavras não foram poupadas no processo, que aponta a Ubisoft como responsável por manter e reforçar um padrão de assédio sexual de seus dirigentes contra, principalmente, suas funcionárias, ao mesmo tempo que não agia em relação a denúncias internas. Mais do que isso, o sindicato acusa a Ubisoft de manter os executivos em seus cargos por saber que as contribuições deles para a empresa eram mais lucrativas do que a proteção de seus colaboradores.

O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, também é citado nominalmente no processo, mas não acusado, por estar na diretoria da companhia quando os casos foram denunciados e antes mesmo de virem à público. A ideia é que, enquanto líder, ele também é responsável pelo funcionamento de seus departamentos e pela conduta de seus executivos, tendo falhado em agir quando necessário. Quando surgiram as denúncias, o executivo publicou uma carta aberta aos colaboradores, se comprometendo a realizar mudanças que reformem a organização. Ele também falou sobre o caso ao público, durante o evento online da empresa em setembro de 2020.

As acusações levantadas no ano passado levaram à demissão em massa de executivos e desenvolvedores da Ubisoft, muitos deles acusados diretamente de assédio sexual e moral. Além de Cornet, Hascoët e François, também deixou a empresa o vice-presidente Maxime Béland e o diretor do braço da empresa em Montreal, Yannis Mallat — o grande nome por trás de grandes franquias como Assassin's Creed.

Entretanto, a própria Solidaires Informatique aponta que, um ano depois, pouco mudou, e nos escritórios de Montreal, por exemplo, três executivos acusados de assédio continuam trabalhando após serem denunciados por colaboradores. No início do mês, a Ubisoft afirmou que todos os casos são avaliados rigorosamente por organizações independentes, com as confirmações levando ao desligamento. Agora, a produtora não se pronunciou sobre o processo aberto pelo sindicato francês.

Fonte: Canaltech

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