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EXCLUSIVO-Shell considera vender alguns ativos de óleo e gás nos EUA

·2 minuto de leitura
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Por Ron Bousso e Jessica Resnick-Ault e David French

(Reuters) - A gigante do petróleo Shell está revendo participações no maior campo de petróleo dos Estados Unidos para uma possível venda, enquanto a empresa busca se concentrar em seus ativos de petróleo e gás mais lucrativos e aumentar seus investimentos de baixo carbono, segundo fontes familiarizadas com o assunto. A venda pode ser por parte ou pela totalidade dos cerca de 105.200 hectares da Shell na Bacia do Permian, localizada principalmente no Texas. As participações podem valer até 10 bilhões de dólares, disseram as fontes sob condição de anonimato porque as negociações são privadas. A Shell não quis comentar. A Shell é uma das maiores empresas de petróleo do mundo, todas sob pressão de investidores para reduzir investimentos em combustíveis fósseis para conter as mudanças no clima global causadas pelas emissões de carbono. Shell, BP e TotalEnergies se comprometeram a reduzir as emissões por meio de maiores investimentos em energias renováveis, ao mesmo tempo que vendem algumas participações de petróleo e gás. A atividade de fusões e aquisições no principal campo de xisto dos Estados Unidos deu um salto no ano passado, enquanto algumas empresas buscavam reforçar suas participações e outras procuravam tirar proveito do aumento dos preços de venda. Os futuros do petróleo dos EUA subiram 49% este ano, para quase 72 dólares por barril, mais do que o dobro de sua baixa em 2020, já que a demanda por petróleo voltou com o refluxo da pandemia. No início deste ano, a Shell definiu uma das estratégias climáticas mais ambiciosas do setor, para reduzir a intensidade de carbono de seus produtos em pelo menos 6% até 2023, 20% até 2030, 45% até 2035 e 100% até 2050 em relação a 2016. A produção de petróleo e gás da Shell no Permian foi em média de 193 mil barris de óleo equivalente por dia em 2020, cerca de 6% de sua produção total no ano, de acordo com o site. O Permian produz cerca de 4,5 milhões de barris de petróleo por dia, ou cerca de 40% da produção total dos EUA. Mais negociações podem ocorrer este ano, com a Chevron, Exxon Mobil e outras buscando se desfazer de ativos indesejados e levantar dinheiro. Na semana passada, a Occidental Petroleum concordou em vender algumas de suas participações na Permian para a Colgate Energy por 508 milhões de dólares em um movimento para reduzir sua dívida.

((Tradução Redação São Paulo))

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