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EXCLUSIVO-Rússia precisa desfazer estímulo de 2020 enquanto economia se recupera, diz vice-ministro

Andrey Ostroukh e Darya Korsunskaya
·1 minuto de leitura
Vice-ministro das Finanças da Rússia, Vladimir Kolychev

Por Andrey Ostroukh e Darya Korsunskaya

MOSCOU (Reuters) - A Rússia precisa normalizar seu Orçamento e sua política monetária mais rápido que o imaginado, já que a inflação alta sugere que Moscou acrescentou mais estímulo fiscal que o necessário para apoiar a economia durante a pandemia, disse o vice-ministro das Finanças, Vladimir Kolychev.

Enfrentando a queda dos preços do petróleo, sua principal exportação, e outros impactos da Covid-19 nos negócios e famílias, a Rússia mergulhou em seu fundo soberano e tomou emprestado um recorde de 5,3 trilhões de rublos (69,71 bilhões de dólares) em 2020 para tapar buracos no Orçamento.

A economia russa contraiu apenas 3% no ano, nível menor que o esperado e superando uma economia global, que encolheu 4,3%, segundo o Banco Mundial. A inflação acelerou, entretanto, atingindo 5,8% em março - a maior desde o final de 2016.

"O padrão de inflação sugere que a economia não apenas se recuperou, mas o tamanho do estímulo foi provavelmente maior que o necessário. Caso contrário, não teríamos uma inflação tão alta", disse Kolychev em entrevista à Reuters.

Tendo reduzido a taxa básica para uma mínima recorde de 4,25% na metade de 2020, o banco central já começou a aumentar os custos dos empréstimos este ano para controlar os preços ao consumidor. O banco prevê que a economia retornará aos níveis pré-pandemia até o final de 2021.

A inflação acima da meta de 4% deve levar o banco central a subir os juros novamente nesta sexta-feira, de acordo com uma pesquisa da Reuters.