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EXCLUSIVO-ArcelorMittal e Vattenfall formam consórcio em hidrogênio com Shell, Airbus e outros

Vera Eckert e Tom Käckenhoff
·1 minuto de leitura
Usina de geração de energia em fábrica da ArcelorMittal em Eisenhuettenstadt, Alemanha

Por Vera Eckert e Tom Käckenhoff

FRANKFURT (Reuters) - A ArcelorMittal, maior empresa de siderurgia do mundo, e a companhia sueca Vattenfall se juntaram a Shell, Airbus e outros pesos-pesados para reduzir as emissões em processos industriais por meio do uso de hidrogênio, afirmaram dois executivos.

Um dos focos do consórcio formado por 12 membros, que conta também com a japonesa Mitsubishi Heavy Industries e o grupo de logísticas Hamburger Hafen und Logistik, será a produção de aço neutro em carbono no porto de Hamburgo, segundo eles.

"Dentro da cooperação de hidrogênio de Hamburgo, conseguiremos 'salvar' 1 milhão de toneladas de dióxido de carbono (CO2) anualmente (até 2030)", disse Uwe Braun, que comanda os negócios da ArcelorMittal na segunda maior cidade da Alemanha.

O hidrogênio é considerado um combustível "verde" quando a eletricidade obtida por fontes renováveis é utilizada em sua produção.

Como parte do plano, a Vattenfall vai hibernar sua unidade de geração de energia por carvão em Moorburg e converter a instalação em uma planta de hidrogênio verde produzido por fontes renováveis, enquanto a ArcelorMittal será uma de suas primeiras clientes.

Para Airbus e Shell, a participação no "cluster" de hidrogênio em Hamburgo ajudará no desenvolvimento de novos produtos e a evitar ativos perdidos quando as legislações "verdes" interromperem atividades intensivas em carbono, como manufatura e refino.

"Para a Airbus, o hidrogênio é uma tecnologia-chave para a indústria da aviação do futuro. Não se trata apenas da propulsão de aeronaves, mas também da infraestrutura de nossa unidade de produção", afirmou Andre Walter, head da Airbus Commercial na Alemanha.

(Reportagem de Vera Eckert e Tom Käckenhoff)