Mercado fechado
  • BOVESPA

    126.003,86
    +951,08 (+0,76%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.897,79
    +629,34 (+1,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,20
    +0,13 (+0,18%)
     
  • OURO

    1.798,10
    -3,70 (-0,21%)
     
  • BTC-USD

    37.979,23
    +3.560,87 (+10,35%)
     
  • CMC Crypto 200

    901,26
    -14,22 (-1,55%)
     
  • S&P500

    4.422,30
    +10,51 (+0,24%)
     
  • DOW JONES

    35.144,31
    +82,76 (+0,24%)
     
  • FTSE

    7.025,43
    -2,15 (-0,03%)
     
  • HANG SENG

    26.192,32
    -1.129,66 (-4,13%)
     
  • NIKKEI

    27.833,29
    +285,29 (+1,04%)
     
  • NASDAQ

    15.119,25
    +21,25 (+0,14%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1105
    -0,0111 (-0,18%)
     

Exchanges começam a reduzir pegada de carbono; token brasileiro é usado

·2 minuto de leitura
Exchanges começam a reduzir pegada de carbono; token brasileiro é usado

A busca pelo uso de energias renováveis está ganhando tração no espaço cripto, com duas exchanges anunciando o lançamento de programas ambientais para a redução de sua pegada de carbono.

Uma delas é a Harvest Finance, que declarou, no dia 17 de junho, que havia comprado e queimado 300 tokens $MCO2. Estes criptoativos foram criados pela fintech brasileira Moss, e cada um representa a redução voluntária da emissão de uma tonelada de carbono.

A Harvest aponta que seu objetivo é reduzir os custos de transação na rede Ethereum ao juntar várias transações de yield farming em um grupo, o que exige menos trabalho de mineradores, reduzindo as emissões. A queima dos $MCO2, segundo a fintech, representa um consumo energético equivalente a 5.000 transações na rede Ethereum.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

Gemini

A plataforma Gemini, por sua vez, revelou um plano parecido, mas com uma abordagem diferente. A exchange firmou uma parceria de longo prazo com a ONG Climate Vault, fundada na Universidade de Chicago, para incorporar práticas de consciência ambiental na empresa.

A expectativa é contribuir para a compra de 350.000 metros cúbicos de carbono para compensar o alto uso de energia da rede de bitcoin e ajudar a retirar o carbono da criptomoeda. “Mais especificamente, estes créditos de carbono nos permitem compensar o uso de energias não-renováveis usadas por mineradores para assegurar o bitcoin usado pela Gemini”, diz a exchange.

Segundo o CEO da Gemini, Tyler Winklevoss:

Conforme o bitcoin emerge como uma reserva de valor dominante, é imperativo que nós incorporemos a sustentabilidade para as gerações futuras. Nós estamos orgulhosos de anunciar nossa parceria com o Climate Vault para reduzir nossa exposição à mineração não renoave e contribuir para a descarbonização do bitcoin.”

A Climate Vault opera como uma facilitadora do processo, fazendo contato com mercados de venda de créditos e os removendo de circulação. Isto evita que outras empresas os usem para compensar suas emissões de CO2.

Preocupação ambiental

A preocupação do mundo cripto com a poluição causada pela mineração de criptomoedas explodiu após o anúncio de Elon Musk que sua empresa, a Tesla, não aceitaria mais o bitcoin como forma de pagamento para a compra de seus produtos devido ao seu consumo energético excessivo.

Poucas semanas depois, a China começou a fechar o cerco às minas de criptomoedas que não estavam usando energias renováveis, o que fez com que muitas delas precisassem se adequar ou sair do país.

O artigo Exchanges começam a reduzir pegada de carbono; token brasileiro é usado foi visto pela primeira vez em BeInCrypto.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos