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Exame de DNA identifica vítima de serial killer quase 45 anos depois

·2 min de leitura

Diz o ditado que a justiça tarda, mas não falha. A frase parece ter materializado esse significado recentemente, de acordo com uma declaração da polícia de Cook County, um condado da cidade norte-americana de Chicago. Graças a uma análise de DNA, foi possível identificar uma das vítimas de John Wayne Gacy, um serial killer que assassinou cerca de 33 pessoas na década de 1970.

A vítima era Francis Wayne Alexander, da Carolina do Norte. O rapaz assassinado há quase 45 anos tinha entre 21 e 22 anos quando o crime aconteceu, entre dezembro de 1976 e março de 1977. De acordo com a polícia, a família acreditava que o sumiço do jovem se deu por vontade própria e, por isso, nunca entrou com um pedido de busca.

Os restos mortais de Francis estavam junto a outros 26 encontrados na fundação da residência do assassino em série, e oito das vítimas foram enterradas antes que pudessem ser identificadas. Somente três foram identificadas, até então, além de Francis: James Haakenson, de 16 anos, e William George Bundy de 19.

O DNA analisado foi retirado de um dos dentes molares de Alexander, com a amostra sendo sequenciada para obter o genoma completo. Então, o código foi enviado a um site chamado GEDmatch, que compara sequências de DNA. O mesmo serviço, inclusive, já foi usado para solucionar um duplo homicídio 16 anos depois, na Suécia, e para identificar o famoso assassino em série Golden State Killer. O GEDmatch encontrou correspondências de DNA que possibilitaram a montagem de uma árvore genealógica. Amostras de DNA da mãe do meio-irmão da vítima apresentaram uma associação genética forte, validando a descoberta da identidade.

John Wayne Gacy, também conhecido como "palhaço assassino", foi um serial killer e estuprador executado em 1994, deixando mais de 33 vítimas. Ele ganhou esse apelido por se vestir de palhaço em festas infantis.

Fonte: Canaltech

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