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Ex-vereador de Magé é preso por prestação de serviço irregular de internet associado a facção

·2 min de leitura

Agentes da 65ªDP (Magé) em operação conjunta com o Ministério Público do Rio de Janeiro prenderam na manhã desta terça-feira o ex-vereador de Magé Genivaldo Ferreira Nogueira, conhecido como Batata. Ele foi preso em casa, levado à delegacia e encaminhado para o sistema penitenciário. Na casa do ex-vereador, um celular foi apreendido.

Segundo a polícia, contra Batata foi cumprido um mandado de prisão expedido pela Justiça por financimento do tráfico de drogas e organização criminosa. Ele é suspeito de ter feito uma aliança com uma facção de tráfico de drogas para explorar o serviço de internet em comunidades de Magé em caráter de monopólio, especialmente na Lagoa. Batata é dono da empresa GBNet, que presta serviço de internet de forma irregular.

De acordo com a delegada da 65ª DP, Isabelle Conti, a investigação contra Batata teve início em 2018 e, com apoio do tráfico de drogas, ele impunha a exclusividade do serviço de internet da sua empresa, que não era regularizada na Anatel.

— Era um monopólio porque só ele podia fornecer o serviço de internet por causa de represálias que as outras empresas sofriam do tráfico de drogas. Os traficantes impediam que elas entrassem nas comunidades. Passaram a cortar, danificar a estrutura de outras concorrentes e só deixar que os moradores contratassem com a empresa do Batata — explica a delegada.

Em troca, o ex-vereador fazia pagamentos aos traficantes. A investigação teve apoio de denúncias anônimas e de petições das empresas de telefonia que sofreram represálias dos traficantes e foram expulsas das comunidades.

— Em 2018, foi feito o primeiro registro de ameaça a outras empresas. Foi a primeira vez que funcionários do Batata foram conduzidos à delegacia porque estavam fazendo instalação de forma irregular. A empresa dele nunca esteve com o serviço totalmente regularizado — diz a delegada.

A investigação continua para identificar os integrantes da organização criminosa, a busca dos recursos financeiros dessa ativadade, lavagem de dinheiro e o valor movimentado a partir dela.

O ex-vereador Batata já respondeu na Justiça por quatro processos de assassinato: do então vereador de Magé Dejair Corrêa, em fevereiro de 2007; do também vereador de Magé Alexandre Augusto Pereira Alcântara, em janeiro de 2003; da então vice-prefeita de Magé Lídia de Almeida Menezes, em junho de 2002; e do jornalista de Magé Mário Coelho da Rocha, o Mariozinho, em agosto de 2001.

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