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Ex-jogador Júnior perdeu R$ 1,5 milhão em pirâmide financeira

·2 minuto de leitura

O ex-jogador de futebol Júnior é uma das mais de 3.000 pessoas enganadas em um esquema de pirâmide que deixou rombo de R$ 170 milhões. Ele sozinho teria perdido R$ 1,5 milhão.

Segundo a Veja, Júnior foi uma das pessoas atraídas para a JJ Invest, uma empresa de investimentos que prometia lucros extraordinários com retornos entre 7% e 12% mensais.

Seu dono, o engenheiro da computação Jonas Jaimovick, de 40 anos, foi preso no final de 2020 e passou cerca de seis meses preso no Complexo Penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro.

A suposta alta rentabilidade prometida por Jaimovick atraiu também outras pessoas importantes do mundo do futebol, como Zico e Neymar. O primeiro recebeu patrocínio da empresa em sua escolinha de futebol enquanto o segundo vestiu a camisa dela em um evento beneficente.

No auge da fama, a JJ Invest investia em patrocínios no Vasco e Fluminense e a aplicação mínima exigida pela empresa era de R$ 10.000.

Os alertas acerca da JJ Invest partiram da Comissão de Valores Mobiliários, que emitiu dois comunicados para alertar aos investidores que a empresa não estava credenciada e não possuía licença para operar na bolsa de valores. O primeiro deles ocorreu em 2017 e o segundo, em 2019.

Ainda de acordo com a Veja, depois do primeiro alerta, vários clientes de Jaimovick acharam prudente remover seu dinheiro do fundo, que ainda tinha liquidez e conseguiu pagá-los normalmente, algo que foi visto como positivo:

“Eles receberam tudo, e isso se converteu em propaganda para a empresa”, diz o dono. Quando a mesma coisa ocorreu em 2019, entretanto já era tarde demais e não havia dinheiro para pagar a todos.

pirâmide
pirâmide

Esquema

A JJ Invest operava em um esquema baseado em informes fictícios, conforme Jaimovick contou à revista. Todos os dias ele mandava os relatórios falsos a seus clientes por WhatsApp. Apesar das altas promessas de retorno, o dinheiro supostamente investido em sofria repetidas quedas de 4%.

O jogador Júnior, ao saber que fora enganado, tentou reaver o dinheiro diretamente com Jaimovick, sem sucesso. Em um e-mail, escreveu: “Você não irá me pagar? Então nos vemos na Justiça”.

Para o investidor, entretanto, estas operações financeiras envolviam riscos. “Não vendi sonhos, mas também nunca disse que havia o risco de se perder tudo. Não tirei dinheiro dos clientes, só deixei de devolver”, diz.

A estratégia é similar ao usado por empresas acusadas de operar pirâmides com criptomoedas no Brasil, como Unick, Atlas Quantum, BWA, Genbit e Midas Trend.

Jaimovick foi reprovado quatro vezes no exame de agente autônomo de investimentos, segundo a revista. Ele foi condenado por operar uma entidade financeira clandestina e emitir valor mobiliário sem registro e deve responder por outros três crimes previstos na Lei do Colarinho Branco.

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