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Ex-funcionária do Facebook deve testemunhar contra empresa

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Testemunho de Zhang faz parte de uma série de denúncias contra o site. (AP Photo/Paul Sakuma, File)
Testemunho de Zhang faz parte de uma série de denúncias contra o site. (AP Photo/Paul Sakuma, File)
  • Testemunho de Zhang faz parte de uma série de denúncias contra o site;

  • Através de sua conta no Twitter, Zhang afirma estar auxiliando investigações;

  • Segundo ela, Brasil teria sofrido descaso por parte da empresa.

Após a delação de Frances Haugen em frente ao senado americano, mais uma ex-funcionária se mostra disposta a testemunhar contra o site perante autoridades.

Sophie Zhang, que em setembro de 2020 já havia publicado um memorando interno após sua demissão pelo Facebook, disse através de sua conta no Twitter, já ter encaminhado documentos para uma agência de investigação americana, sem especificar qual. 

Para Zhang, que trabalhou na equipe que buscava analisar e impedir manipulação de engajamento e atividades inautênticas na plataforma, a gigante da tecnologia não deu importância ou foi lenta para remover desinformação e discurso de ódio em países estrangeiros como Brasil, Azerbaijão, Honduras, Índia, Equador, Bolívia, Espanha e Ucrânia.

Leia também:

"Nos três anos em que trabalhei no Facebook, encontrei diversas tentativas descaradas por governos de abusar de nossa plataforma em vários níveis para enganar sua própria população."

Segundo dados internos da própria empresa, aproximadamente 90% dos usuários ativos mensais se encontram fora da América do Norte.

Em nota enviada à emissora americana CNN, o Facebook afirmou que "combate abusos no estrangeiro com a mesma intensidade aplicada nos Estados Unidos", e que desde 2017 já restringiu cerca de 150 redes de manipulação com origem em mais 50 países.

Por enquanto, o congresso americano ainda não se manifestou sobre convocar Zhang. Ela, no entanto, não é tímida ao falar sobre seu tempo lá. "Eu sei que tenho sangue nas minhas mãos", diz em seu memorando.

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