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Ex-funcionária apaga 20 mil arquivos de empresa e pode pegar 10 anos de prisão

·1 minuto de leitura

Juliana Barile, ex-funcionária de uma cooperativa de crédito em Nova York, se declarou culpada de ter acessado computadores da empresa sem autorização e destruir mais de 21 GB de dados como vingança por ter sido demitida.

Segundo informações do processo, Barile trabalhava remotamente como uma funcionária de meio-período até o dia 19 de maio de 2021, quando ela foi demitida. Funcionários da instituição chegaram a pedir para que o suporte de TI da empresa retirasse as credenciais de acesso da ex-funcionária, porém isso não ocorreu. Dois dias depois, em 21 de maio, Juliana Barile conseguiu logar nos sistemas da empresa por 40 minutos. Nesse tempo, ela deletou mais de 20 mil arquivos e cerca de 3.500 pastas, em um total de 21 GB de dados apagados do sistema da instituição.

Entre os dados deletados, estavam informações sobre empréstimos de clientes e arquivos importantes do software contra ransomware da instituição financeira. Além desses, arquivos como a ata de reuniões dos diretores também foram apagados. Alguns dos dados perdidos tinham backup, mas mesmo assim, a empresa teve que gastar o equivalente a mais de R$ 50 mil na cotação atual do dólar para recuperar os dados deletados durante a invasão.

Após cinco dias da invasão e exclusão dos arquivos, ela mandou uma mensagem para um amigo se vangloriando sobre o fato. Agora que ela se declarou culpada perante a corte federal do Brooklyn, sua sentença pode ser de até 10 anos de prisão.

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Fonte: Canaltech

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